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Segunda-feira, 24 de julho de 2017

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Júri condena a 27 anos de prisão pastor evangélico que assassinou e carbonizou ex e filha

Da Redação - Paulo Victor Fanaia Teixeira

20 Mar 2017 - 08:20

Foto: Rogério Florentino Pereira/OD

Valto dos Reis Mandinga

Valto dos Reis Mandinga

O pastor evangélico Valto dos Reis Mandinga, de 44 anos, foi condenado a 27 anos e 03 meses de prisão em regime fechado pelas mortes de sua ex-namorada, Simone da Luz Feitosa, 37, e da filha, Aline Feitosa Souza, 16. O crime ocorreu em setembro de 2015 e os corpos foram encontrados carbonizados e abandonados em um lixão, em Várzea Grande.

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A sentença do pastor Mandinga foi proferida pelo juiz de Direito Otávio Affi Peixoto, em Tribunal de Júri realizado no último dia 15 (quarta-feira), em Várzea Grande.
 
Durante toda a investigação policial, acompanhada por Olhar Direto, o pastor Valto Mandinga sempre fora o principal suspeito. O suspeito, porém, sempre negou a autoria do crime. Para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) a motivação do ato é desconhecida. As duas desapareceram em 28 de setembro daquele ano no Centro de Cuiabá e no dia  seguinte os corpos de mãe e filha foram achados carbonizados na periferia de Várzea Grande.
 
Ainda na fase de investigação, em outubro de 2015, o delegado responsável pelo caso, Geraldo Gezzoni, da DHPP, uma testemunha relatou que na noite de 28 de setembro viu quando um carro escuro (de modelo antigo) retirou ‘sacos’ do porta malas e na sequência ouviu uma explosão.

Como no local era escuro, ele não pode fotografar o veículo, mas denunciou à polícia o caso e na manhã seguinte, os restos mortais foram encontrados. Para 'dar fim' aos cadáveres pneus foram empregados ajudar na combustão.

1 comentário

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  • manoel soares de oliveira
    20 Mar 2017 às 21:36

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