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Segunda-feira, 25 de setembro de 2017

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TJMT revoga prisões domiciliares de denunciados por fraudes em contratos da Faesp

Da Redação - Arthur Santos da Silva

06 Set 2017 - 14:48

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

TJMT revoga prisões domiciliares de denunciados por fraudes em contratos da Faesp
A segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso revogou as prisões domiciliares impostas a Jocilene Rodrigues de Assunção e José Carias da Silva Neto, detidos nos autos da Operação Convescote.

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As defesas dos acusados, manejada pelo advogado Valber Melo, afirmou que as prisões decretadas pela magistrada Selma Rosane Arruda, da Sétima Vara Criminal, não individualizaram a conduta dos agentes atuantes na suposta organização criminosa.
 
Pedro Sakamoto, como relator, foi seguido por Rondon Bassil e Marcos Machado.Como medida cautelar, José Carias e Jocilene não poderão sair de Mato Grosso. Ambos estão proibidos ainda de manterem contato com os demais acusados.
 
Os réus são acusados de atuar no desvio de aproximadamente R$ 3 milhões em recursos públicos por meio de prestação de serviço fictícia nos convênios firmados entre Faesp (Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual) e diversos órgãos públicos nos anos de 2015 e 2017. 

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), denunciou 22 pessoas em consequência da referida operação.

Foram denunciados por crime de organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro em continuidade delitiva.: Claúdio Roberto Borges Sassioto, Marcos Moreno Miranda, Luiz Benvenuti Castelo Branco de Oliveira, José Carias da Silva Neto , Karinny Emanuelle Campos Muzzi de Oliveira, João Paulo Silva Queiroz,Jose Antonio Pita Sassioto ,Hallan Gonçalves de Freitas, Marcos José da Silva, Jocilene Rodrigues de Assunção, Marcos Antonio de Souza e Elizabeth Aparecida Ugolini, 

Já Marcos José da Silva e Jocilene Rodrigues de Assunção além de responderem por todos os crimes acima, foram apontados no curso das investigações como os líderes da organização criminosa e também denunciados por falsidade ideológica. Já Eder Gomes de Moura responderá por corrupção ativa. 

Foram acusados pelo crime de falsidade ideológica em continuidade delitiva: Lázaro Romualdo Gonçalves de Amorim, Alison Luis Bernardi,Nerci Adriano Denardi, Márcio José da Silva, Tschales Franciel Tschá, Drieli Azeredo Ribas, Marcelo Catalano Correa, Sued Luz e Odenil Rodrigues de Almeida. 

5 comentários

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  • Zé Galera
    08 Set 2017 às 11:10

    Esse aí é que alguns anos atrás soltou de uma só vez mais de quarenta presidiários, lembram-se?

  • eleitor
    08 Set 2017 às 07:33

    Este é pior que o Gilmar Mendes.

  • luiz otavio
    07 Set 2017 às 03:33

    Gilmar Mendes fazendo seguidores

  • Cuiabano
    06 Set 2017 às 20:56

    Essa determinação de não poder contactar com demais réus é uma tremenda balela. Não cair ter um policial 24 horas cuidando dos réus.

  • Alencar
    06 Set 2017 às 18:04

    Revoltante essa decisão dos senhores Desembargadores. Repugnante. Roubar o dinheiro público é o que????

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