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09/02/2013 - 17:11

Veja ‘causo’ do garoto que encontrou a mulher do pai ‘cochando’ na cama

Da Redação

Foto: Reprodução

Veja ‘causo’ do garoto que encontrou a mulher do pai ‘cochando’ na cama

Tem circulado nas redes sociais um vídeo de um garoto que conta o ‘causo’ de quando encontrou a esposa do pai “cochando” com outro na cama. O falar cuiabano e a espontaneidade do garoto é o que chama a atenção do vídeo.

Segundo o relato do menino, ao chegar em casa, ele pegou a companheira de seu pai na cama com um “tal de Morim”. Após “sondar” o que estava acontecendo, o menino contou tudo pro pai que brigou com a mulher. Mas sobrou para o garoto, que acabou apanhado da delatada. “Ela rebento o cintero na minha costela”, reclama.

Veja o vídeo clicando no link abaixo.

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por larissa, em 08/06/2013 às 12:51
esse vídeo é feio de mais tira ele dai
por DANIEL, em 11/02/2013 às 12:51
ESTE E LÁ DE PORTO ESTRELA
por Tokanguira, em 10/02/2013 às 11:59
Lembrei de um dia que estava conversando com um sr. de aproximadamente 88 anos, ele relembrava o passado! Depois ficou hesitando...e falou...é... o tempo passa...época boa...quando eu "cochava". Naquele momento não tinha entendido a conversa e nem a tristeza daquele Senhor! Mas depois que aprendi o que significava, eu entendi a sua hesitação, e aprendi que quando ficamos idosos, vivemos nossas recordações! Tá vendo quanto é importante, vivermos um presente digno, bem vivido, bem realizado!
por KLEBER BARROS, em 10/02/2013 às 11:36
A observãção feita pelo redator da matéria soa discriminatória ao dizer que " o que chama a atenção é o linguajar cuiabano e a espontaneidade do garoto". Se ele dissesse assim: " ainda há esperança: o linguajar cuiabano ainda sobrevive" soaria muito melhor. Deve chamar a atenção para ela que não deve ser daqui ou não viveu a Cuiabá de outrora. Só quero salientar que se fosse um gaúcho, um paulista, um carioca, um nordestino, por exemplos, não chamaria a atenção de ninguém. Mas aqui em Cuiabá, voce não pode falar com seu sotaque, dizer que gosta de um rasqueado, dizer que gosta das comidas típicas pois é motivo de chacota. Sinto-me mais cuiabano, por incrível que pareça, quando estou fora daqui! Aqui todos devem ser uniformes, falar ao menos sem sotaque, ou então com sotaque de outras bandas para ser respeitado. Essa é a modernidade, essa é globalização: Estamos nos transformando em verdadeiros bairros das grandes metrópoles nacionais e mundias, sem qualquer traço de originalidade. E todos adoram e nem percebem isso! É uma pena. E eu tenho 28 anos, antes que comecem a falar que eu sou um velho ultrapassado (sem preconceito algum, pois um dia serei velho também, se Deus quiser).
por Tokanguira, em 10/02/2013 às 11:32
Linguajar característico da "Grande Cuiaba", época da simplicidade, do respeito, da confiança, época em que se hospedava os viajantes, em casas sem portas, onde os acessos eram fechados por uma cortina...apenas e ninguém " bolia com nada" as crianças diziam bença" e depois comiam bolo cochá"
por ICEPEPPER@HOTMAIL.COM, em 10/02/2013 às 10:43
Essas mulheres não valem nada.
por ZÉ POCONÉ, em 09/02/2013 às 23:58
não é de Cuiabá, porque depois do POERA ZERO não existem ruas de terra em nossa cidade.
por fernando filho, em 09/02/2013 às 20:37
essa mulher merecia um bom corretivo de cinto para acalmar essa caloria, e depois soltar ela na pista para aprender ter responsabilidade com a familia.
por Eliane Padilha, em 09/02/2013 às 20:18
Adorei este vídeo do menino da baixada cuiabana, mais precisamente de Poconé creio, me arremessou a quarenta anos antraz quando me mudei pra ROeste, quanta saudade.....
por Elaine, em 09/02/2013 às 18:01
Esse menino não é de Cuiabá não...
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