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Segunda-feira, 21 de agosto de 2017

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Por VLT, Secid se reúne com a CAB para tentar resolver alagamentos na prainha

Da Redação - Wesley Santiago

16 Abr 2017 - 16:55

Foto: Ulisses Lalio

Por VLT, Secid se reúne com a CAB para tentar resolver alagamentos na prainha
Representantes da Secretaria de Estado de Cidades (Secid) se reuniram com o interventor da CAB Cuiabá, Marcelo Padeiro, para tentar resolver os problemas dos constantes alagamentos na Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), em Cuiabá. Segundo o secretário adjunto do VLT, José Picolli, a medida é necessária, já que o novo modal deve passar pelo trecho e ficaria impossibilitado de seguir viagem com o volume de água.

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“O VLT pode andar com até determinada espessura de lâmina de água. Infelizmente, a gente tem que consertar aquele trecho da prainha, para evitar que ele [VLT] tenha o transtorno de ficar parado. Já tivemos uma reunião com o Marcelo Padeiro [interventor da CAB] para vermos o que estava previsto no projeto de drenagem e ver o que podemos fazer para amenizar esta questão”, disse o secretário em entrevista exclusiva ao Olhar Direto.
 
Picolli ainda lembra que “o nosso modal vai rodar em cima daquele canal. A drenagem é da via. Como estamos mexendo na construção, vamos tentar fazer o melhor para acabar com este problema, que pode prejudicar a operação do VLT”.
 
A região constantemente sofre com alagamentos, quando acontece uma chuva de média ou forte intensidade. Por diversas vezes, a avenida se transformou em um ‘rio’ em pleno centro da cidade. Vale lembrar que existe um canal que passa por baixo da via. O trecho faz parte da linha do VLT que ligará o Aeroporto ao Centro Político Administrativo (CPA).
 
Projeto
 
O modal terá dois eixos, Aeroporto-CPA e Centro-Coxipó, e será implantado no canteiro central das avenidas João Ponce de Arruda e FEB, em Várzea Grande; XV de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Historiador Rubens de Mendonça, Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, totalizando 22 km de extensão.
 
Análise e acordo
 
O Ministério Público Estadual (MPE) iniciou a análise do acordo firmado entre o Governo do Estado e o consórcio responsável pela retomada das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). O documento foi entregue no último dia 31, pelo governador do Estado, Pedro Taques, e sua equipe, ao promotor de Justiça André Luis de Almeida, do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa da Capital.
 
O Estado acordou em pagar R$ 922 milhões para a conclusão integral da implantação do modal. A previsão é de as obras sejam concluídas em 24 meses.
 
No acordo firmado entre o Governo e Consórcio, a primeira etapa da obra será finalizada em março de 2018 e compreende o trecho entre o aeroporto de Várzea Grande até a estação do Porto, em Cuiabá.
 
Até dezembro de 2018 deverá entrar em funcionado todo o trecho da linha 1, num total de 15 quilômetros, entre o aeroporto de Várzea Grande e o Terminal do Comando Geral, na Capital. Já a linha 2, que compreende o trecho de 7,2 km entre a avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha) e o Parque Ohara, no Coxipó, será entregue até maio de 2019.

3 comentários

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  • Isabel
    17 Abr 2017 às 18:57

    VAI TER VLT SIM!!!!

  • Carlos Nunes
    17 Abr 2017 às 08:00

    Na novela VLT...vão ter é que fazer a tal da Drenagem nos 22 Km, pois em nenhum lugar pode haver alagamento, piscinão, etc. Água não combina com a eletricidade do VLT. Quanto será que custa um Projeto de Drenagem pros 22 Km? Alguns muitos Milhões de reais. Senão fica igual o piscinão do Viaduto da UFMT...deu chuva pesada, enche, ou como essa imagem desta matéria. Será que a CAB vai abrir toda a cidade, do Porto ao CPA, e do Centro além do Coxipó, para fazer a Drenagem bem feita de tudo isso? Vão gastar um dinheirão. Tá sobrando dinheiro?

  • Flavio
    17 Abr 2017 às 07:41

    Tem que refazer todo sistema de drenagem nas ruas acima da prainha. O problema esta na galta de bocas de lobo. Que anda pelas ruas no entorno da prefeitura, praça da matriz, rua Candido Mariano durante uma chuva percebe que nao tem bocas de lobo! Toda agua daquela região escorre na superfície e acaba todo o grande volume na prainha. Se houvesse boca de lobo o grande volume acabaria dentro das tubulações de drenagem na prainha e nao na superfície

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