por Thiago, em 17/03/2010 às 16:38
Engraçado, até agora não foi citado nenhum nome, e já tem um Bando de Safado se contorcendo, querendo jogar as ONGs contra a Sociedade, detalhe a lista dos "exterminadores" serão indicadas pela sociedade, pelos cidadãos, será que eles estão com medo da Opnião Publica? quem tem medo, é porque fez bestera e tá fazendo o povo de ótário.
por JOSE RODNEY CAGNASSI, em 17/03/2010 às 15:44
NOSSA QUANTOS IDIOTAS DEFENSORES DE RURALISTAS.
POR ACASO NÃO SABEM , QUE O PLANETA ESTÁ SENDO SUGADO POR ESTES IGNOBEIS.
TENHO CERTEZA QUE A MAIORIA DOS COMENTARISTAS E MAL INFORMADOS DE PLANTÃO VÃO VOTAR NO PT. E NA DILMA.
PROVA DA INCAPACIDADE DE RACIOCINIO E LÓGICA. QUE DEVERIAM SER USADOS , JA QUE SOMOS OS "SERES INTELIGENTES"RSSSSSSSSSSSSS
por Loivo Bertoldi, em 15/03/2010 às 18:09
Não sou contra o código florestal, mas imagino que um código ambiental seria mais pertinente. Quanto ao código florestal que tanto na mídia aparece, será que é mera coincidência com o período eleitoral que se aproxima? Porque o congresso nacional não se preocupa em criar uma política agrícola real que proteja realmente quem produz, fixando um preço mínimo ao produto com subsídio aos insumos, que permita ao agricultor permanecer no campo com um mínimo de dignidade humana. Como já disse não sou contra o código florestal, mas o medo maior que eu tenho é que num curto espaço de tempo eu verei agricultor indo a cidade comprar água potável no supermercado. Definitivamente não basta apenas produzir mais, isto é momentâneo, pois só isso não vai manter o agricultor no campo. É inadmissível que se use tão bem a mídia aliada a humildade do agricultor para através de um projeto de código florestal, este servir como trampulim para o sucesso eleitoral que repito, pra mim não é somente mera coincidência a sua proximidade.
por Telmo Heinen, em 11/03/2010 às 22:03
O Abobalhamento midiático é uma constante. Jornalistas ignóbeis, convencidos por falsos ambientalistas, divulgam cada bobagem... Por que os citadinos não querem o Codigo Ambiental ? É lógico que não basta um Código Florestal, é necessário um Código Ambiental porque os maiores poluidores do país hoje em dia , são os moradores das cidades, e querem se livrar de cumprir a sua parte no meio ambiente? E os abobalhadores midiáticos ainda ajudam?
Telmo Heinen - Formosa (GO)
(61)9989-6005
por Marcos Daniel Nerling, em 11/03/2010 às 21:46
O que nós precisamos é limitar o tamanho da propriedade neste país. É 700 ha por família na região Sul e Sudeste, 400 ha no nordeste e 1.300 no Centro-Oeste e Norte. Estou sendo bonzinho.
As propriedades devem ser apenas de brasileiros (no papel e no trabalho). Comida quem produz neste país é micro, pequeno e médio produtor rural. Alguém aí anda comendo farelo de soja em tonelada ou algodão? Comendo açucar de tonelada e tomando álcool aos tonéis?
O latifúndio empobrece o nosso país. A cidade não suporta tanta gente expulsa do campo. Precisamos fazer o caminho de volta. A nossa raiz está na terra.
Não tem Lagoa Rodrigo de Freitas no RJ Rio Guaíba, Rio Caí e Rio dos Sinos no RS Tietê, Piracicaba e Rio Pinheiros em SP que dê conta de tanto esgoto urbano.
A hipocrisia da pseudo elite brasileira é a nossa grande vergonha.
por Marcos Daniel Nerling, em 11/03/2010 às 21:45
O que nós precisamos é limitar o tamanho da propriedade neste país. É 700 ha por família na região Sul e Sudeste, 400 ha no nordeste e 1.300 no Centro-Oeste e Norte. Estou sendo bonzinho.
As propriedades devem ser apenas de brasileiros (no papel e no trabalho). Comida quem produz neste país é micro, pequeno e médio produtor rural. Alguém aí anda comendo farelo de soja em tonelada ou algodão? Comendo açucar de tonelada e tomando álcool aos tonéis?
O latifúndio empobrece o nosso país. A cidade não suporta tanta gente expulsa do campo. Precisamos fazer o caminho de volta. A nossa raiz está na terra.
Não tem Lagoa Rodrigo de Freitas no RJ Rio Guaíba, Rio Caí e Rio dos Sinos no RS Tietê, Piracicaba e Rio Pinheiros em SP que dê conta de tanto esgoto urbano.
A hipocrisia da pseudo elite brasileira é a nossa grande vergonha.
por OSMAR, em 11/03/2010 às 15:04
MEUS QUERIDOS COLONOS PERSEGUIDOS POR ESSES MALDITOS AMBIENTALISTAS VEJAM QUEM ESTÁ FINANCIANDO ESTA ONG: BRADESCO. TODOS AQUELES QUE TEM CONTA NESSE BANCO E ESTÃO LIGADOS DE ALGUMA FORMA A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS RETIREM IMEDIATAMENTE TODAS AS APLICAÇOES OU QUALQUER IMPORTÂNCIAS QUE TIVEREM NESSE BANCO. QUERO VER SE ESSE BANCO NÃO QUEBRA SEM O DINHEIRO DA AGRICULTURA. QUEM FINANCIA ESSES PILANTRAS TEM QUE QUEBRAR.
por Todo Duro, em 11/03/2010 às 12:01
meu caro Lucelio, com trogloditas não há consenso. e trogloditas de ambos os lados, viu?
por O ILUMINADOR, em 11/03/2010 às 11:38
O que os ruralistas não entendem ou esquecem é que este país, pelo menos em tese, democrático e todos podem e devem se associar para que suas idéias sejam ouvidas, da mesma forma que a classe produtora faz a muito tempo. A discussão acontece porque ninguem quer ceder, querem fazer impor suas opiniões, não importando quais os efeitos poderão advir daquele ato. Ou se preserva demais, ou se destrói sem medida, ambos os casos está errado, pois perservando fora do necessário o povo fica sem alimentação, mas, também, se for aberta sem o menor cuidado, e é o que tem acontecido, os alimentos produzidos não serão consumidos pois não existirá ninguem para fazê-lo, sem esquecer que a qualidade também será afetada. O que precisaria ser feito é que todos buscassem dados científicos confiáveis e fazer uma revisão do ordenamento jurídico pertinente, impondo a sua aplicação a todos, sejam ambientalistas ou "produtores". O que não pode continuar é esse discursos totalmente desencontrado com a prática que ambos os grupos estão promovendo, achando que a população continua sem informação nem cultura como acontecia no lamentável período da ditadura. Ah!!! Deve ser por causa da copa, pois naquele tempo seria o momento exato para lançar uma conversa fiada como essa. Vamos trabalhar e estudar para saber o que estamos fazendo e onde queremos chegar, pois o futuro não parace dos melhores se o papo furado, a corrupção, a impunidade, etc. continuar tomando conta. PRODUZIR SIM E SEMPRE, MAS COM RESPONSABILIDADE (REAL).
por Todo Duro, em 11/03/2010 às 11:33
Se tem algum rótulo que serve para o pessoal do agronegócio é de AGRONEGÓCIO INSUSTENTÁVEL, pois precisam de intervenção dos governo spara terem lucros e torcer para os concorrentes externos terem quebras de safras.
por EDER, em 11/03/2010 às 10:50
Ambientalistas demagogos, os únicos capazes de preservar são os agricultores, basta q eles recebam por isso. Ao invés de os ambientalistas ficarem gastando dinheiro pra se promo verem na midia, dão pro agricultores q eles produzem preservando. Pq os ambientalistas não vão cuidar do rio tiete q ta imundo, os das praias sujas q estão matando um monte de peixes. Se preocupam apenas com o aumento da produção, isso cheira algo de podre, estão atendendo a interesses economicos internacionais.
por Lucelio Costa, em 11/03/2010 às 09:49
É preciso racionalidade quando se trata de setores importantes para o futuro do país, está claro que os dois lados têm suas razões. O setor produtivo tem que avançar nas pesquisas do desenvolvimento sustentável, respeitando os limites da biodiversidade e garantir para as futuras gerações, meios de convivências pacíficas com o meio ambiente.
Por outro lado, todos os ambientalistas e, neste parâmetro envolvem-se ruralistas e ambientalistas, pois está claro que as futuras gerações a todos pertencem reivindicar maior proteção da natureza. As radicalidades de ambos os lados, não levará a um consenso e quem sairá perdendo será sempre o “nosso” meio ambiente.
Sabemos que o passivo ambiental até então deixado como um legados pelo avanço desenfreado das fronteiras agrícolas, têm sido o grande problema da devastação das florestas, sendo uma das questões principais do aquecimento global. Mas, é preciso plantar, o aumento das populações é um dos fatores primordiais para agricultura, mas do que nunca, a fome no mundo torna-se uma desgraça social que a ser combatida, sem plantio nada será possível. Restam-nos as buscas incessantes de novos paradigmas, novas pesquisas onde a conciliação do que se pode e precisa, e o que não se deve fazer, obtendo-se como resultado o equilíbrio sustentável.