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Tenente do Exército Brasileiro não aceita toque de recolher e atira várias vezes em praça pública

Jorge Eduardo Martins, tenente e médico do Exército Brasileiro, que estava em Marcelândia (distante 676 km de Cuiabá) dando apoio ao Ibama na Operação Hiléria Pátria, que está sendo realizada no Norte de Mato Grosso para combater a exploração ilegal de madeira, foi preso na madrugada de sábado (21) para domingo (22) após realizar pelo menos 10 disparos na Praça Central da cidade.

Da Redação - Max Aguiar

25 Set 2013 - 11:50

Foto: MarcelândiaNews

Tenente do Exército Brasileiro não aceita toque de recolher e atira várias vezes em praça pública

Tenente do Exército Brasileiro não aceita toque de recolher e atira várias vezes em praça pública

Jorge Eduardo Martins, tenente e médico do Exército Brasileiro, que estava em Marcelândia (distante 676 km de Cuiabá) dando apoio ao Ibama na Operação Hiléria Pátria, que está sendo realizada no Norte de Mato Grosso para combater a exploração ilegal de madeira, foi preso na madrugada de sábado (21) para domingo (22) após realizar pelo menos 10 disparos na Praça Central da cidade. 

Os disparos foram efetuados após uma discussão.

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O 2º tenente e médico do Exército estava embriagado, exaltado e não atendeu o toque de recolher que seu superior deu aos militares que estavam na praça. Com a negativa, ele foi até o hotel onde estava hospedado, pegou sua pistola e atirou para baixo e para cima durante o momento de fúria. Ninguém ficou ferido.

Quem acompanhou o tumulto causado pelo oficial disse que foi sorte ninguém ser atingido, porque foram dez disparos e várias pessoas estavam no local. “Ele atirou num ponto onde muitas pessoas se concentram para curtir a noite de sábado”, comentou o delegado de polícia Marcelo Carvalho.

Após o acontecido, Jorge foi preso pelo sargento da instituição, Everton Tadeu, que teve de algemar o oficial. O sargento do Exército ainda foi agredido pelo tenente enquanto  este último estava sendo transferido para a base do quartel, que se encontra está na cidade.

Após esclarecimentos fornecidos na cidade Marcelândia, o tenente junto com outros quatro militares que estavam no bar, foram conduzidos para Cuiabá, onde estão detidos em um batalhão da Polícia do Exército, instalado dentro da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada.

30 comentários

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  • subtenente Rocha
    06 Out 2013 às 14:03

    Oque o Ten fez Foi um ato de tremenda periculosidade para os cidadãos desta cidade mas o mesmo e médico a formação do mesmo e muito precária, um soldado EV tem um preparo maior doque a formação do médico... Certas pessoas não aguentam trabalhar sob pressão.. Como podemos presenciar a irresponsabilidade do 2 Ten... Sou militar a 23 anos, não gosto que falem mal da minha instituição Militar... Porém oq ele não ficará impulne

  • JOSE WALTERLER DOS SANTOS SILVA
    29 Set 2013 às 06:20

    Essa desculpa esfarrapada de que "é médico e não tem força para suportar os rigores castrenses" é lorota. QUEM NÃO PODE COM O POTO NÃO PEGA NA RODIA, já dizia branchú. Tentou desmoralziar o exército. Foi preso por um subordinado, Algemado, autuado em flagrante pelo Delegado de Polícia e, além de responder a IPM na Justiça Militar, certamente será "convidado" a requerer dispensa ou simplesmente será DEMITIDO a bem da disciplina e da Ordem Pública. Ser MILTIAR não é prá marica,prá quem não aguenta tranco, dormir dentro de buraco, lama, dar coronhada em boa de jacaré ao atravessar o rio, comer cobra assada sem sal, comer frango e peixe crú, passar semanas e semanadas em acampamento, em operações VERITAS, entre outras, enfim, prá ser MILITAR você não precisa ser melhor ou pior do que outras pessoas, precisam, apenas e tão somente, ser DIFERENTE. Quem não aguenta, tem inscrições abertas no Teatro Municipal para aulas de balé.

  • ze
    28 Set 2013 às 19:01

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  • miguel
    28 Set 2013 às 11:42

    tanta pane se fosse bandido já nem estavam mais comentando.todo mundo erra um dia.

  • mil
    28 Set 2013 às 09:50

    Soldado tomba caminhão por muitas vez é obrigado e dirigir até a exaustão, o IBAMA cumpre sua missão sem alteração por os militares estão fazendo sua guarda, recolhem outras coisas dos empresários por que não cumprem com seu dever corretamente, Oficiais Médicos Temporários chegam a tais situações por que não são militares são médicos, não tem em sua formação preparo adequado para suporta a rotina, passar semanas fora de casa, trabalhando de segunda a segunda, sem poder relaxar um misero momento.

  • toque de recolher..
    27 Set 2013 às 15:31

    enquanto os piriquito faz toque de recolher pros seus soldado,,o ibama faz o toque de recolher "outra coisa" dos impresario daqui do nortão...

  • miguel
    27 Set 2013 às 14:59

    acusar o outros é fácil

  • PEDRO
    27 Set 2013 às 10:45

    O POVO FEIO NOVEVELEIRO DO INFERNO!!!! PARECE QUE NÃO TEM CEREBRO!!!!

  • mazaropi
    26 Set 2013 às 17:38

    Manda bala em público, podia acertar uma criança ou mesmo um adulto, tudo normal!

  • homemaranha
    26 Set 2013 às 17:37

    quem esatva no bar tem q ir preso