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Segunda-feira, 21 de setembro de 2020

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Governo de Mato Grosso cobra R$ 600 milhões da Energisa em impostos

Da Redação - Viviane Petroli

14 Abr 2015 - 08:05

Foto: Viviane Petroli/Agro Olhar

Governo de Mato Grosso cobra R$ 600 milhões da Energisa em impostos
O governo de Mato Grosso deu início às negociações quitação de débitos tributários existentes do Grupo Energisa com o Estado. O volume devido pela concessionária de energia elétrica seria na ordem de R$ 600 milhões. A negociação é realizada entre o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e o Grupo Energisa. A primeira reunião entre o Governo e a empresa ocorreu nesta segunda-feira (13) no Ministério Público.

A primeira reunião entre o Cira e o Grupo Energisa, teve o governo de Mato Grosso representado pelo secretário de Fazenda, Paulo Brustolin, e pelo secretário-executivo de Segurança Pública, Fábio Galindo.

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Na ocasião o secretário-executivo de Segurança Pública, Fábio Galindo, apresentou um diagnóstico da situação tributária, bem como investigações, envolvendo a antiga Rede Cemat, hoje sob o comando do Grupo Energisa.

Durante a reunião o governo de Mato Grosso e o Grupo Energisa ressaltaram a intenção em resolver a questão, sem inviabilizar a atividade econômica da empresa de distribuição de energia elétrica, considerada 'valiosa' para o desenvolvimento do Estado.

"O ambiente foi muito amistoso, de forma que ambas as partes sinalizaram a intenção de discutir um acordo que preserve os interesses do Estado e simultaneamente o planejamento da empresa para Mato Grosso e dentro da legalidade. Estamos confiantes que um consenso será alcançado”, declarou Fábio Galindo.

Conforme o diretor-presidente do Grupo Energisa, Wilson Couto, reuniões como as tidas nesta segunda-feira (13) serão de suma importância por serem transparentes. Ele ressaltou ainda que "estamos buscando um consenso de maneira que todos ganhem, principalmente a sociedade”.

Uma nova reunião entre o Cira e o Grupo Energisa está agendada para o início de maio. O objetivo é aprofundar a discussão acerca das cláusulas do acordo a ser firmado.

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