Olhar Agro & Negócios

Domingo, 22 de setembro de 2019

Notícias / Meio Ambiente

Empresa assegura que hidrelétrica não causará impactos à Baías de Siá Mariana e Chacororé

Da Redação - André Garcia Santana

07 Jan 2018 - 11:52

Foto: Reprodução/MPE

Empresa assegura que hidrelétrica não causará impactos à Baías de Siá Mariana e Chacororé
Diante da investigação sobre possíveis impactos ambientais nas Baías Siá Mariana e Chacororé, a empresa Mantovillis, responsável pelas obras de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), assegura que as futuras operações não causarão nenhum dano à região. No último mês, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE), por meio da 16ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Cuiabá, instaurou procedimento para apurar a viabilidade da construção, executada no Rio Mutum.

Leia mais:
Impacto ambiental nas baías de Siá Mariana e Chacororé é investigado

De acordo com a Mantovillis, o projeto foi devidamente licenciado junto a todos os órgãos competentes e cumpriu com os trâmites necessários à sua aprovação. Além disso, o empreendimento está localizado em região de planalto, fora da área de abrangência do Pantanal, no Córrego Curicaca, afluente do Rio Mutum, que compreende o município de Santo Antônio de Leverger.

Sendo assim, as Baías de Siá Mariana e Chacororé, distantes 84 KM do local das obras, apresentam diferença de nível de 127 metros de altura, o que impede qualquer tipo de influência, direta ou indireta, decorrente do empreendimento. Por meio de nota, a empresa reforçou ainda que está à disposição do MPE para sanar eventuais dúvidas e prestar os devidos esclarecimentos, demonstrando tecnicamente a total ausência de impacto do empreendimento junto às Baías.

A PCH Mantovillis será instalada na região limítrofe entre os municípios de Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço. A promotoria então realizou uma reunião com os moradores da região, representantes tradicionais e representantes legais e comerciais do empreendimento.

Segundo o MPE, o órgão foi informado sobre a instalação da PCH por meio de uma moradora antiga da região, que está preocupada com as consequências do barramento das águas e da vazão com relação a Baía Siá Mariana, já que o Rio Mutum é seu único tributário.

4 comentários

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Agro Olhar. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O site Agro Olhar poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.

  • PANTANEIRO
    09 Jan 2018 às 09:31

    ALÉM DA GANÂNCIA DOS EMPRESÁRIOS, QUE É O TEMA DA MATÉRIA ACIMA, O PANTANAL É DIARIAMENTE E DIRETAMENTE ATACADO COM O LIXO QUE DESCE PELAS CORRENTEZAS DOS RIOS (PRINCIPALMENTE O RIO CUIABÁ), LIXO ESSE QUE VAI SE ACUMULANDO NAS BAIAS , DEIXANDO O CENÁRIO CADA VEZ MAIS TRISTE E DE DIFÍCIL SOLUÇÃO, POIS EM MÉDIA ESSES DESCARTÁVEIS LEVAM 400 ANOS PARA SUA INTEGRAL DECOMPOSIÇÃO.

  • Elton Thiago da Silva Siqueira
    08 Jan 2018 às 09:36

    Gostaria de fazer parte dessa história

  • Critico
    07 Jan 2018 às 18:00

    Pelo amor de Deus, MPE, impeça a construção dessa PCH. O Pantanal é patrimônio da humanidade. Tanta ganância.

  • Maria Luiza
    07 Jan 2018 às 15:57

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

Sitevip Internet