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Terça-feira, 17 de setembro de 2019

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Projeto de R$ 1 bi obtém licença prévia e pode gerar mais de 1.500 postos de trabalho

Da Redação - Vinicius Mendes

26 Abr 2018 - 14:13

Foto: Reprodução

Projeto será realizado em Aripuanã (no detalhe)

Projeto será realizado em Aripuanã (no detalhe)

A Nexa Resources (ex-Votorantim Metais) obteve a licença prévia/LP, expedida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Sema-MT) para o Projeto Aripuanã. A empresa investirá R$ 1 bilhão no desenvolvimento de um projeto para explorar zinco, cobre e chumbo no município de Aripuanã, (a 947 km ao noroeste). A aprovação no Conselho Estadual de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Consema) contou com 15 votos favoráveis, 2 contrários e 2 abstenções.
 
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O investimento consiste em uma mina subterrânea para lavra e beneficiamento dos minérios zinco, cobre e chumbo. O Projeto Aripuanã representará o início das atividades da empresa no Estado. O empreendimento está previsto para entrar em operação em 2020. O projeto fortalece a posição da Nexa Resources como uma das cinco maiores produtoras mundiais de zinco, liderando a produção do minério na América Latina.
 
"A licença prévia representa um passo importante para o crescimento da produção de zinco e para o alcance de nossas metas, sempre com respeito ao nosso compromisso de agir de forma transparente e com respeito às partes interessadas", afirma o gerente Geral do Projeto Aripuanã, Marcelo Costa.
 
A próxima etapa no processo de licenciamento ambiental é obter as licenças de instalação/LI e operação/LO. A empresa vai dar sequência ao processo por meio do atendimento às condicionantes estipuladas para, em breve solicitar a LI. A expectativa é que nas fases de construção e operação sejam gerados 1.600 postos de trabalho.
 
Em paralelo serão detalhados os estudos ambientais previstos no Plano de Controle Ambiental (PCA).
 
Desde 2015 a Nexa desenvolve programas socioambientais em parceria com a Prefeitura de Aripuanã. Destaque para o programa Parceria Votorantim pela Educação (PVE), que tem contribuído para a melhoria do ensino da rede pública municipal. No total seis mil pessoas foram atendidas pelo projeto. Outra frente de trabalho é o Apoio à Gestão Pública (AGP). As ações são realizadas com apoio do Instituto Votorantim.
 
Atualmente, a empresa realiza uma pesquisa em parceria com o SINE (Serviço Nacional do Emprego) para estudar o perfil profissional na região. A pesquisa é essencial para a empresa entender as capacidades e as carências dos futuros candidatos que poderiam atuar na implantação e operação da mina de zinco.
 

4 comentários

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  • Zeca
    27 Abr 2018 às 15:37

    Será, minha casa e minha família, são minhas. No caso em que citei, o rio a terra e as riquezas neles encontradas, pertencem à união, que é de todos, mas no Brasil só índios e ONGs se acham dono do que é da União, entenda!

  • Tonfur
    27 Abr 2018 às 09:56

    Acredito que um grande beneficio como este vem ajudar o município e nosso estado. Irá gerar renda, receita e consequentemente impostos. Mas se avaliássemos que ao invés de sair a matéria prima pudéssemos processar (industrializar) estes minérios aqui no estado certamente que teríamos muito mais emprego, mais renda e consequentemente um ganho muito maior.

  • Será
    26 Abr 2018 às 17:51

    Provavelmente se alguém, SEM AS DEVIDAS AUTORIZAÇÕES LEGAIS, entrasse na casa do Zeca pra tirar cascalho e desocupasse toda a família dele sem colocá-los em outro lugar adequado ele mudasse de opinião.

  • Zeca
    26 Abr 2018 às 14:50

    Isso é ótimo, espero que índios e ONGs que nada produzem não interfiram no processo!

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