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Segunda-feira, 02 de agosto de 2021

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em São Paulo

Oferta comedida eleva cotação do boi gordo à casa dos R$ 100,00 por arroba

SCOT CONSULTORIA E CEPEA

18 Abr 2013 - 17:16

A frequência maior de ofertas de compra da arroba do boi gordo em valores maiores verificada pelos pesquisadores da Scot Consultoria nos últimos dias, fez com que os preços de referência apresentassem alta em boa parte do país. Na quinta, dia 18, foram registradas valorizações em nove das 31 praças pesquisadas.

Apesar do tempo frio em algumas regiões, a boa condição das pastagens tem colaborado para a retenção dos animais no pasto, um dos principais fatores para a firmeza do mercado. Na quarta, dia 17, a referência para o boi gordo em São Paulo fechou em R$ 99,50/arroba, à vista, e R$ 101,00/arroba, a prazo, segundo levantamento da Scot Consultoria.

De acordo com informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa segue acumulando variações positivas, mantendo-se na casa dos R$ 100,00. Na quarta, dia 17, a cotação chegou a R$ 100,27. Em comparação ao dia 10 de abril, o Indicador teve acréscimo de 0,5%.

Cotação da carne com osso segue estável

A carne bovina com osso tem se mantido estável no atacado da Grande São Paulo, o que pode ser positivo para o setor, tendo em vista que neste período é comum haver recuo. De acordo com dados do Cepea, a carcaça casada do boi teve média de R$ 6,54/kg na quarta, dia 17.

Preços dos cortes de traseiro apresentam recuperação

Os preços das carnes bovinas de traseiro, que vinham patinando desde o começo do ano, estão se recuperando, segundo a Scot Consultoria. Esta foi a terceira semana seguida de alta para estes produtos.

De acordo com os pesquisadores, as constantes quedas nos preços podem ter estimulado a melhora nas vendas. Em relação aos valores do início do ano, o preço médio da carne bovina de traseiro no mercado atacadista de São Paulo está 12,3% menor.

Desde o começo do ano, há uma clara tendência da população em optar por um maior consumo de carnes de dianteiro, de menor preço. Em fevereiro, os cortes menos nobres eram negociados, em média, por R$ 6,52/kg. Atualmente, o quilo está cotado em R$ 7,25, alta de 11,1%.

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