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Terça-feira, 13 de abril de 2021

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Pecuária brasileira precisa de novos inseminadores para disseminar o uso da inseminação artificial

LN Comunicações

19 Abr 2013 - 17:30

O melhoramento genético está se tornando cada vez mais importante para aumentar a produtividade do rebanho e os pecuaristas estão investindo na inseminação artificial (IA) para conquistar resultados superiores nos criatórios. Apenas em 2012, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA), foram comercializadas 12.340.312 doses de sêmen pelas empresas filiadas à instituição, que juntas são responsáveis por 93,5% do mercado. Só a Alta - uma das maiores empresas de melhoramento genético do mundo – comercializou 3,8 milhões de doses de sêmen em 2012.

Para atender esta demanda de mercado são necessários profissionais qualificados para realizar a IA. A Alta realiza cursos durante todo o ano para formar novos inseminadores. “Este profissional é o responsável pelo sucesso ou fracasso da tecnologia. Todo o trabalho realizado pela Central de Coleta e processamento de sêmen está depositado na palheta e o resultado nas mãos do inseminador. Um serviço bem executado se traduz em matrizes prenhas e lucro ao produtor” explica Reginaldo Santos, Técnico de Leite e Gerente dos Cursos de I.A.

“A Alta possui atualmente 16 centros de treinamento e, desde 2006 quando iniciou suas atividades no Brasil, formou mais de nove mil inseminadores em todo o país. Apenas em 2012 foram 1.370 novos profissionais em 129 cursos realizados, o que contribui de forma significativa para o avanço no uso desta técnica e, consequentemente, para o melhoramento genético no rebanho”, ressalta Jorge Duarte, coordenador de planejamento estratégico da Alta.

Os cursos oferecidos pela Alta são indicados para todas as pessoas ligadas ao agronegócio, como funcionários de fazendas, produtores, técnicos e estudantes. As aulas são ministradas com conteúdo prático e teórico e carga horária entre 32 e 40 horas. Após o término, todos os participantes que estiverem aptos recebem certificado.

O programa inclui: coleta e industrialização de sêmen; anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor da fêmea bovina; passo a passo da inseminação artificial; observação de cio em gado de leite e corte; manejo do botijão de sêmen; montagem do aplicador; descongelamento do sêmen, passagem pela cérvix, dentre outros.

A Alta é uma das maiores empresas de melhoramento genético do mundo, com sede na cidade de Calgary, em Alberta (Canadá). Presente em mais de 100 países, a Alta possui centrais de coleta no Canadá, Estados Unidos, Holanda, China, Argentina e Brasil e é considerada líder mundial na entrega de soluções genéticas lucrativas. No Brasil, sua Central tem capacidade para abrigar 237 touros. Conta com 82 escritórios regionais no Brasil, totalizando mais de 700 profissionais em todo país. Mais informações pelo site www.altagenetics.com.br
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