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Terça-feira, 27 de julho de 2021

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Circuito Feicorte

Pastagens degradadas serão tema de palestra oferecida pela Dow AgroSciences

MLA Comunicação

02 Mai 2013 - 16:49

Engenheiro agrônomo e professor titular da ESALQ/USP, Moacyr Corsi, explicará técnicas de como avaliar, manejar e recuperar pastos no Tocantins. O Tocantins é um Estado com importante atuação da atividade agropecuária, tendo praticamente metade de seu território ocupado por esta prática, com 27% da área utilizada em pastagens, de acordo com a Embrapa. Tem como base de exploração a pecuária extensiva, com várias áreas de pastagens degradadas e de baixa produtividade. Diante deste cenário, Moacyr Corsi, professor da graduação e pós-graduação da ESALQ, ministrará a palestra “Eficiência produtiva e econômica na produção das pastagens para bovinos de corte”, patrocinada pela Dow AgroSciences, na Etapa Palmas do Circuito Feicorte.

Segundo a Secretaria de Agricultura do Estado do Tocantins, aproximadamente 5 milhões de hectares de pastagens estão sob algum estágio de degradação no Estado. Para Moacyr Corsi, o processo de degradação tem início simultâneo à formação, o que pode ser constatado pelos níveis decrescentes de produtividade ao longo dos anos. Com essa característica, a manutenção de boas condições de desenvolvimento se torna essencial – aliando o uso de fertilizantes ao manejo adequado, o produtor pode atingir a longevidade do pasto com um nível estável de produtividade, garantindo a rentabilidade.

De acordo com o professor, há a necessidade de adotar uma gestão profissionalizada no que diz respeito à pastagem. Sob esta ótica, o pecuarista é o único empresário que trabalha com produtividade decrescente durante a atividade, o que torna mais difícil a lucratividade – a cada ano se produz menos e, em contrapartida, os custos sobem. “No geral, as fazendas reformam a pastagem a cada 7 ou 10 anos. Termos somente 10% da área reformada ao ano não reflete uma realidade rentável para um modelo produtivo. Se houver o investimento correto na manutenção constante da área, os custos de recuperação serão amplamente reduzidos”, afirma.

Para atingir bons resultados, Corsi aconselha a deixar de lado o cunho emocional e adotar a técnica. “Por vezes, não há mais condição de reformar a área e a recuperação se faz necessária. Além disso, o manejo precisa ser adequado à forrageira, considerando que cada espécie requer cuidados ou correções específicas”, diz ele. O melhor caminho é buscar orientação ou um especialista que auxilie a identificar quais são os objetivos da reforma e as necessidades do solo para, a partir disso, determinar o que e como deve ser feito.

De acordo com Roberto Risolia, Gerente de Marketing para Pastagens da Dow AgroSciences, esta perspectiva vêm se tornando realidade na região – o crescimento na procura por orientação fez com que a companhia aumentasse sua equipe para dar suporte técnico aos produtores locais. “Já há algum tempo o Tocantins passou a adotar mais tecnologias em pastagem, o que era esperado em um Estado com alto potencial produtivo e muitas pastagens degradadas, já que a adoção destas técnicas contribui no aumento da qualidade e produtividade do pasto”, afirma Risolia.

Mais informações: www.agrocentro.com.br/circuitofeicorte

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