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Quarta-feira, 01 de dezembro de 2021

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reunião do 'conselhão'

Licitação da ferrovia entre Goiás e Lucas do Rio Verde será retomada no começo de 2013

O conselho é umbilicalmente ligado à Presidência da República e fora constituído para discutir grandes temas do país e conta com representantes de diversos setores da economia e da sociedade brasileira.

De Brasília - Vinícius Tavares

18 Out 2012 - 17:12

Licitação da ferrovia entre Goiás e Lucas do Rio Verde será retomada no começo de 2013
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Prado, defendeu a retomada do cronograma relativo às obras da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico) entre Uruaçú (GO) e Lucas do Rio Verde (350 km ao Norte de Cuiabá), durante reunião nesta quinta-feira (18) do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES/PR).

Constituído para discutir grandes temas do país, o conselho é umbilicalmente ligado à Presidência da República e conta com representantes de diversos setores da economia e da sociedade brasileira.

Licitação de projeto executivo da ferrovia entre Goiás e Lucas do Rio Verde continua adiada

Ao demonstrar preocupação com a paralisação das obras, Rui Prado recebeu garantias do presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, de que os projetos serão retomados a partir do início de 2013, já através do novo programa de concessões do governo federal lançado no mês passado pela presidente Dilma Rousseff.

"O Bernardo Figueiredo confirmou que houve a suspensão temporária dos trabalhos por causa da mudança nas concessões, mas garantiu que abrirá licitação a partir do início do ano que vem e que as obras começarão já, o que para nós é muito importante", afirmou Prado.

Prado também externou ao ministro do "Conselhão", Moreira Franco, sua preocupação com a vigência do decreto 6620/2008 que trata da modernização dos portos privados brasileiros. A norma permite que somente os donos das mercadorias importadas ou exportadas podem realizar obras de melhorias e adaptações nos terminais de carga.

Segundo o presidente da Famato, a vigência do decreto limita investimentos em portos por parte de investidores e provoca prejuízos à economia.

"Este decreto é muito prejudicial. O governo precisa revogar esta regra. O ministro Moreira Franco entendeu a nossa necessidade e se comprometeu a buscar uma solução. Mas mesmo assim vamos formalizar uma proposta por escrito ao governo federal para que esses portos possam ser modernizados com recursos externos", explica.

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