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Sábado, 15 de junho de 2019

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Governo federal sinaliza renegociação das dívidas dos produtores de Mato Grosso

Da Redação - Viviane Petroli

13 Set 2016 - 16:05

Foto: Reprodução/Internet/Ilustração

Governo federal sinaliza renegociação das dívidas dos produtores de Mato Grosso
As dívidas contraídas pelos produtores de soja e milho de Mato Grosso com a quebra da safra 2015/2016 poderão ser renegociadas. A expectativa é que o Governo Federal postergue o prazo de pagamento de custeio e investimento adquiridos para um ano após o vencimento do contrato. No Estado aproximadamente 26 municípios tiveram situação de emergência decretados em decorrência ao déficit pluviométrico constado, principalmente, na cultura do milho.

Na safra 2015/2016 Mato Grosso colheu aproximadamente 19,3 milhões de toneladas de milho, um recuo de aproximadamente 7 milhões de toneladas diante as 26,2 milhões colhidas no ciclo 2014/2016. Já a soja registrou queda de em torno de um milhão de toneladas.

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Conforme o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Endrigo Dalcin, é muito pontual a diferença entre o endividamento dos produtores. “Em um mesmo município temos situações diferentes. Estivemos recentemente em Brasília e em conversa com o ministro Blairo Maggi ficou sinalizado o apoio do Governo Federal, principalmente para esses municípios mais afetados”.

Na última semana tiveram decreto de "Situação de Emergência" homologados pelo Governo de Mato Grosso os municípios de Água Boa, Cláudia, Novo São Joaquim e Querência. Outros contam com situação decretada, porém aguardam a homologação.

O secretário de Políticas Agrícolas do Ministério da Agricultura, Neri Geller, revela que ainda nesta semana o Ministério da Fazenda deverá aprovar a renegociação das dívidas dos produtores de soja e milho de Mato Grosso. A previsão é que a aprovação saia até essa quarta-feira, 14 de setembro.

Geller esteve na noite de segunda-feira, 12, em Cuiabá para a abertura do 1º Congresso de Bioenergia de Mato Grosso e 3º Congresso do Setor Sucroenergético do Brasil Central (Canacentro). “É um problema que nós entendermos ser grave. Renegociamos com o Rio Grande do Sul no arroz e na soja. Aqui nós tivemos perdas na soja e uma perda muito forte no milho 2ª safra. Serão todas as parcelas que estão vencendo e que serão jogadas para um ano após o termino do contrato”.

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