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Quinta-feira, 02 de julho de 2020

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Plano Agro+ pode ser ampliado pelo Ministério da Agricultura para os estados

Da Redação - Viviane Petroli

15 Set 2016 - 09:41

Foto: Noaldo Santos/Mapa

Plano Agro+ pode ser ampliado pelo Ministério da Agricultura para os estados
O Plano Agro+, voltado para a desburocratização do agronegócio, pode ser replicado pelos estados. O pedido de ampliação do programa foi feito pelo presidente da Frente Parlamentar da Desburocratização da Câmara dos Deputados, Valdir Colatto (PMDB-SC), durante reunião com o ministro interino da Agricultura, Eumar Novacki.

Plano Agro+, lançado no final de agosto, visa tornar o agronegócio mais eficiente, mais produtivo e com maior extensão comercial. O Plano tem dois eixos que serão trabalhados por meio de medidas de curto, médio e longo prazos: Modernização e Desburocratização e o Marco Regulatório do Plano de Defesa Agropecuária.

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Colatto e Novacki reuniram-se na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), na quarta-feira, 14 de setembro. O presidente da Frente Parlamentar da Desburocratização e deputado federal de Santa Catarina destacou ser "inegável a importância dessa ação para o setor produtivo do país. Por isso, ela deve ser replicada pelos estados".

Conforme o Ministério da Agricultura, Novacki agendou para o dia 26 de outubro uma reunião entre os parlamentares e o ministro Blairo Maggi para discutir o Plano Agro+.

Plano Agro+

Das 315 demandas apresentadas pelo setor produtivo brasileiro, como o Agro Olhar já comentou, 69 medidas destinadas a modernizar e desburocratizar normas e processos do Ministério da Agricultura estão sendo implementadas imediatamente.

Dentro destas 69 medidas está o fim da reinspeção em portos e carregamentos vindos de unidades com Serviço de Inspeção Federal (SIF); lançamento do sistema de rótulos e produtos de origem animal; alteração da temperatura de congelamento da carne suína (-18ºC para -12ºC); revisão de regras de certificação fitossanitárias e aceite de laudos digitais também em espanhol e inglês.

A expectativa é que com o fim dos entraves o setor privado e o governo federal venham a ter um ganho de eficiência estimado em R$ 1 bilhão . Conforme o Ministério, o valor representa 0,2% do faturamento anual do agronegócio brasileiro, calculado em aproximadamente R$ 500 bilhões.

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