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Quarta-feira, 19 de junho de 2024

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Chateau Camalote cria ‘suíte glass’ para dormir sob as estrelas e ‘jardim japonês’ com chás, yoga e massagens

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Chateau Camalote cria ‘suíte glass’ para dormir sob as estrelas e ‘jardim japonês’ com chás, yoga e massagens
Inaugurado há três anos em Chapada dos Guimarães, o ‘Chateau Camalote’ nunca é o mesmo. Inquieta e criativa, a proprietária Lauristela Guimarães não deixa de inovar. Agora, constrói em seu ‘castelo’ um jardim japonês, que abrigará uma casa de chás, com espaço para yoga e massagem, e uma ‘suíte glass’, rodeada de vidros, para que o hóspede durma “olhando pras estrelas e acorde vendo os pássaros”.


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Desde o início, o Chateau sempre foi mais do que uma pousada. Uma bela casa, de três andares, construída em volta de o tronco de uma árvore, possui além dos quartos sauna, adega de vinho, cozinha gourmet, horta, e espaço aberto para artistas da região.

Recentemente, Lauristela inaugurou também sua piscina e um deck de 300 metros quadrados, que pode ser usado para eventos corporativos e casamentos. “Chapada é sempre essa inconstância. A gente tem num único dia todos os microclimas. E a gente faz inovações sempre, porque a casa está em constante mutação”, contou ao Olhar Conceito. “Nós estamos ampliando os espaços de vários artistas. Agora, a gente está trabalhando com artistas na área externa”.



Um dos artistas, o Pádua, ficou responsável pela confecção da casa do Jardim Japonês e das peças de decoração, como lanternas japonesas e budas, que ficam espalhados pelo espaço. “Nossa ideia é espalhar pelo menos uns dez budas grandes pra ter pontos de contemplação, de meditação, de relaxamento. Estamos com lagos pequenos com carpas, de maneira que tenha o barulhinho da água o tempo todo”, explica.



No jardim japonês fica, também, uma casa de vidro. Dentro dela será instalada uma sala de chás, com espaço para massagens e ioga – também haverá todo um tablado para a prática. “O jardim japonês é como a vida. Ele não é reto, ele é cheio de altos e baixos, tem escadas, tem barreiras, buracos, subidas íngremes... porque a vida é assim. Hoje a gente está bem, amanhã tem um tropeço, e a gente resiste e não desiste, e vai lutando. Então o nosso jardim japonês segue bem essa tradição oriental, de todos os obstáculos e dificuldades a gente reproduz aqui, como na vida real. Não da pra vir de salto alto”, completa a empresária e jornalista.



Na suíte glass, que também está em construção, a ideia é que o hóspede fique, com conforto, no meio da mata. “Ela já tem uma banheira bem legal, e pra mim é a suíte mais bonita da casa”, garante Lauristela. “A ideia é que você consiga dormir olhando pras estrelas e acordar vendo os pássaros. Porque ali você está literalmente no meio dos pássaros, e está na rota de passagem dos macacos, já que o macaco coruja, à noite, passa ali... então você pode dar comida pra ele dentro de casa e lá também. É a suíte mais bonita, tem uma banheirona deliciosa, e é o prolongamento do Chateau”.

Para os amantes de vinhos e artes, a pousada dá várias opções. A primeira é uma fogueira, localizada no deck de madeira. “A noite a gente acende com lenha, e este é o charme. A gente tinha a possibilidade de fazer com gás, aquela coisa mais ‘seca’, mas optou por fazer à lenha, que é bem o estilo tradicional. E ela ficou enfiada na terra, então você vê sempre a chama de igual para igual. Tem espaço pra sentar, pra tocar uma música, tomar um vinho... e a ideia é trabalhar com pequenos grupos, e sempre com aconchego, de maneira que você viva uma experiência com Chapada dos Guimarães”, explica.

Adega (Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto)

Outro espaço que deve ser cada vez mais utilizado é a adega. “Vamos fazer pequenos encontros, pequenos saraus. A ideia do Antonio [marido de Lauristela] é aproximar o público intelectual. Toda lua cheia vai ter um evento aqui com música, violino, declamação de poesias... saraus pra que você tenha essa oportunidade de vir pra Chapada relaxar, meditar, ter esse encontro com você mesmo e ter uma qualidade de vida bem melhor”.

O Chateau Camalote fica a poucos minutos de carro ou a pé da Praça Dom Wunibaldo, no centro de Chapada. No total, são doze suítes, das quais Lauristela disponibiliza apenas oito, para conseguir manter um atendimento especial e exclusivo. Para se ter uma ideia, a pousada não tem balcão de check in. “Quando você chega, você já é acolhido. A parte chata é toda feita em Cuiabá. Aqui é pra pisar no chão, andar descalço e ser feliz”, brinca.

No café da manhã, o hóspede pode escolher dentre dez tipos de tapioca, pedir omelete como preferir, escolher os sucos. Na mesa, é visível que cada detalhe foi pensado com carinho, desde o aparador de talheres até ‘pulseiras’ de pérola nas taças.

Para Lauristela, o sentimento de gratificação do cliente é o essencial. “é a vontade de fazer sempre, de criar. E a gente está abrindo pra outros artistas, e motivando de maneira que você sempre tenha uma novidade. Porque Chapada nunca é igual. Aqui você tem, num único dia, todos os microclimas, e a gente quer que você seja acolhido em todas as ocasiões, que você se sinta único, você se sinta especial”, finaliza.



Serviço

Chateau Camalote
Reservas: AQUI
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