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HEAVY METAL

A 'época de ouro' do Iron Maiden marca repertório de show no Clube de Esquina

Da Redação - Lidiane Barros

01 Jun 2013 - 10:00

A 'época de ouro' do Iron Maiden marca repertório de show no Clube de Esquina
Cinco fanáticos se reúnem neste sábado para reverenciar uma das bandas mais representativas do heavy metal, e ainda, da história da música mundial. O baixista Roberto Vianna “puxou o bonde” e confabulou com o guitarrista Leon Pio um show com sequência de clássicos. O set list é capaz de corroborar com a fama de monstros do metal com atuação marcada pela virtuosidade, técnica impecável e grande domínio de palco.

A frente do palco ficou reservada à cantora Leocádia Saes. Para completar, tem Christopher Carneiro na guitarra e Alan Sérvio na bateria.

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Leon Pio tenta manter segredo sobre o show. “Não posso entrar em detalhes sobre o repertório, mas posso adiantar que abrangerá músicas de discos de todas as épocas, mas que a maior parte envolverá músicas da chamada ‘época de ouro’ do Iron Maiden, que vai de 1983 a 1989, do disco The Number of The Beast até o Seventh Son”.
O revival vem em boa hora, já que o Iron Maiden tem duas datas agendadas para o Brasil em setembro. No dia 22 Bruce Dickinson (vocal), Dave Murray (guitarra), Adrian Smith (guitarra), Janick Gers (guitarra), Steve Harris (baixo), Nicko Brian (bateria) e Michael Kenney (teclados) se apresentam no Rock in Rio. No outro dia, é a vez de Curitiba. O ingresso para os dois shows já estão à venda pela internet.

A propósito, os fãs brasileiros estão sedentos pelo momento em que a trupe vai chegar ao Brasil a bordo do seu Boeing apelidado de Eddie Force One, pilotado, inclusive, por Bruce. A banda também quis destacar esse fato, dando este nome ao projeto: eles se reúnem sob a alcunha Eddie Force One.

“Sou fanático mesmo. A minha paixão remonta os 12 anos, quando ouvi pela primeira vez. E eu e o Leon já tínhamos a ideia fixa de fazer um show em homenagem ao Iron. Daí para frente foi conseguir cooptar outros fanáticos”.

A história musical de Beto se confunde com a banda. “Me tornei músico por inspiração do Steve Harris, sem contar que a música do Maiden esteve presente em todos os momentos da minha vida. Não há um dia sequer que eu não ouço ao menos um álbum inteiro. Me identifico muito com a história da banda, pois é uma história que partiu do sonho de um jovem músico que passou por inúmeras intempéries para que esse sonho se realizasse. Além disso, produzi um trabalho de conclusão de curso sobre o contrabaixo no disco The Number of The Beast”. Roberto Vianna propôs uma análise técnica do contrabaixo em uma banda de heavy metal, suas funções harmônicas e timbrísticas.

A constatação ele já fez ao vivo. “Minha pesquisa de campo foi justamente assistir um concerto da banda, olha que chato”.
Leon Pio também não cansa de exaltar a qualidade musical do Iron. “É o principal e maior expoente do heavy metal. Direto eles figuram em rankings como um dos cinco grupos musicais mais influentes da música no século XX”. E completa: “é música arrojada, sofisticada, agressiva e muito bem feita. Tem de tudo o que eu quero em termos de música em boa dose e com bom gosto. E acima de tudo, tocada por excelentes músicos”, afina.
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