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Curta cuiabano de produção independente e filmado em um dia estreia nesta quarta-feira no MISC

Da Redação - Naiara Leonor

05 Ago 2015 - 18:24

Foto: Da Assessoria

Curta cuiabano de produção independente e filmado em um dia estreia nesta quarta-feira no MISC
O Cineclube Inca desta quarta-feira (05) abre espaço para a estréia de um curta metragem cuiabano. Filmado em um único dia e de produção independente, o filme é uma reunião de profissionais do audiovisual local em torno de um objetivo em comum: “Primeira Morte de Pedro”. A sessão acontece as 19h30, no Museu da Imagem e do Som (Misc).

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A sensação de ser observado e receber cartas que lembram os ímpetos deixados no passado são o mote que conduz o curta-metragem. Com direção de Felippy Damian e roteiro de Felippy Damian e Wuldson Marcelo, o curta é uma produção independente e segundo o diretor, aproxima-se mais de um exercício de experimentação: “minha formação enquanto roteirista e diretor se dá pela cinefilia e não pela academia ou pelo mercado, por isso, “Primeira Morte de Pedro” é uma investigação audiovisual que contou com a colaboração de várias pessoas com quem gosto de produzir junto”.

O músico e ator, Rogê Além, dá movimento a Pedro, um personagem que cercado de um vazio para o qual não sabe se levou sua vida ou deixou-se levar, sente alguém do passado lhe observar e provocá-lo por meio de cartas.

O roteiro teve primeiro tratamento em 2010, e em 2014 ganhou colaboração do escritor Wuldson Marcelo na reedição das cartas. A gravação ocorreu em março de 2014, durante um único dia, para que fosse possível mostrar a atmosfera que prende rotineiramente o personagem.

O curta integra a Miraluz Films, um ajuntamento de realizadores cuiabanos em audiovisual que, apesar de já existir desde o primeiro roteiro gravado, ainda não tinha um nome. “Fazer audiovisual, pra mim, é uma expressão de várias mentes que trabalham focadas em um só objetivo, como na Miraluz”, complementa o diretor de fotografia, Rafael Monteiro.

O curta conta com a direção de fotografia do artista Rafael Monteiro, autor do projeto fotográfico Black Mirror. A produção é de Ângela Coradini e Felippy Damian. Já a edição e o som direto são de Jonathan César, com trilha sonora de André Prado, e finalização de Vino Cabral. Na direção de arte, e também como ator, Francisco Krauss, e na câmera Rafael Monteiro e Carlos Augusto Buiu.

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