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Cine Teatro exibe ‘O Último Azul’, ficção que critica o capitalismo e o etarismo em um Brasil distópico

Da Redação - Bruna Barbosa

Premiado na Berlinale 2025, “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro, será exibido no Cine Teatro nesta terça-feira (7), às 19h30. O ingresso será vendido na bilheteria por R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Protagonizado por Denise Weinberg, com Rodrigo Santoro, Adanilo e a atriz cubana Miriam Socarrás no elenco, o longa é situado na Amazônia, em um Brasil quase distópico, onde o governo transfere idosos para uma colônia habitacional em que vão “desfrutar” seus últimos anos de vida.

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Antes de seu exílio compulsório, Tereza (Denise), uma mulher de 77 anos, embarca em uma jornada para realizar seu último desejo. O filme é uma aventura sobre resistência e amadurecimento ao longo dos rios da Amazônia.

“O Último Azul” marca mais um capítulo na parceria entre Gabriel Mascaro e a produtora Rachel Daisy Ellis na produção de longas-metragens, sendo a quinta colaboração da dupla nessa categoria. A Cinevinay (México) também assina a produção do filme, que tem coprodução da Globo Filmes (Brasil), Quijote Films (Chile), Viking Film (Países Baixos), e distribuição da Vitrine Filmes no Brasil. “O Último Azul” foi produzido por Rachel Daisy Ellis (“Boi Neon”, “Rojo”) e Sandino Saravia Vinay, produtor associado de “Roma”, de Alfonso Cuarón, e coprodutor dos filmes anteriores de Gabriel Mascaro. 

Sinopse 

Tereza tem 77 anos, reside em uma cidade industrializada na Amazônia e recebe um chamado oficial do governo para residir numa colônia habitacional compulsória onde idosos devem "desfrutar" de seus últimos anos, permitindo que a juventude produza sem se preocupar com os mais velhos. Antes do exílio forçado, Tereza embarca numa jornada pelos rios e afluentes para realizar um último desejo que pode mudar seu rumo para sempre.   

Veja o trailer:
 
 
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