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Sexta Câmara Cível do TJ se destaca na redução da taxa de congestionamento no primeiro semestre

Da Redação - Flávia Borges

08 Jul 2015 - 16:44

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Sexta Câmara Cível do TJ se destaca na redução da taxa de congestionamento no primeiro semestre
Dados do Tribunal de Justiça apontam que seis desembargadores das câmaras cíveis cumpriram a meta estipulada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) quanto à taxa de congestionamento no primeiro semestre de 2015. Conforme o CNJ, 50% dos processos devem ser julgados.

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O desembargador Rubens de Oliveira, presidente da Sexta Câmara Cível de Direito Privado, figura em primeiro lugar no ranking, como o magistrado que mais julgou processos no primeiro semestre. Ele aparece com taxa de congestionamento de 31,07%.

Em segundo lugar está a desembargadora Serly Marcondes Alves, que também integra a Sexta Câmara Cível de Direito Privado, com 34,12%. Em seguida figura a desembargadora Cleuci Terezinha Chagas, da Quinta Câmara Cível de Direito Privado, com 36,66% de taxa de congestionamento.

O desembargador Guiomar Teodoro Borges, também da Sexta Câmara Cível de Direito Privado, aparece em seguida, com 40,43%. Carlos Alberto Alves da Rocha figura com 42,53%, seguido pelo desembargador Dirceu dos Santos, que aparece com taxa de congestionamento de 48,55%.

Os seis magistrados estão com taxa de congestionamento abaixo dos 50% determinados pelo CNJ. Dos seis, três compõem a Sexta Câmara Cível de Direito Privado.

Outros doze desembargadores estão “em alerta”, com percentuais que variam de 52,82% a 68,22%. São eles Maria Erotides Kneip Baranjak, Sebastião Barbosa Farias, Adilson Polegato de Freitas, Nilza Maria Pôssas de Carvalho, Marilsen Andrade Addario, João Ferreira Filho, Maria Aparecida Ribeiro, Vandymara Zanolo, Luiz Carlos da Costa, José Zuquim Nogueira, Maria Helena Gargaglione Póvoas e Sebastião de Moraes Filho.

A taxa de congestionamento mede a efetividade do Tribunal em um determinado período. Este indicador é oriundo de um documento chamado Justiça em Números, produzido pelo CNJ, no qual os Tribunais são classificados seguindo critérios pré-estabelecidos. Quanto menor a porcentagem da taxa melhor o Tribunal trabalha.

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