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Segunda-feira, 19 de agosto de 2019

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Criminosos envolvidos em assassinato de policial federal e roubo de avião são condenados

Da Redação - Arthur Santos da Silva

05 Mai 2017 - 15:07

Foto: Reprodução

Criminosos envolvidos em assassinato de policial federal e roubo de avião são condenados
O juiz Murilo Mendes, da 1ª Vara Federal de Sinop, condenou Harysohn Pedrosa Pina, José Carlos da Rosa Silva, Revelino Leismann, Genivaldo Ferreira, e Bruno de Lima pela tentativa de roubar um avião Cessna em um aeródromode de Sinop (503 km de Cuiabá), em 2015. A decisão foi estabelecida no dia 4 de maio. A ação criminosa resultou na morte do policial federal Mário de Almeida Mattos, de 33 anos.
 
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Os réus foram condenados por tentativa de roubo e formação de quadrilha. As penas foram: Harysohn Pedrosa, 2 anos e 1 mês de prisão, José Carlos da Rosa Silva, 10 anos e 9 meses e 24 dias de prisão, Revelino Leismann, 8 anos e 10 meses de prisão, Genivaldo Ferreira dos Santos, 11 anos, 9 meses e 9 dias de prisão e Bruno de Lima, 7 anos, 10 meses e 12 dias de prisão.
 
O juiz concedeu liberdade a Harysohn Pedrosa Pina, pois foi absolvido pelo crime de tentativa de roubo. Os integrantes da quadrilha já estavam presos desde a ocasião do crime na Penitenciária Osvaldo Florentino Leite (Ferrugem), em Sinop.
 
O policial federal Mario Henrique foi morto durante uma troca de tiros no aeroclube conhecido como “Canarinho”, em Sinop. A PF vinha investigando uma quadrilha que atua com o roube de aviões quando soube de uma atividade estranha no aeroclube, por volta de 0h30 de sábado.
 
Durante a abordagem, houve troca de tiros e os suspeitos acabaram fugindo pela mata, deixando Mario Henrique de Almeida Mattos gravemente ferido. Ele faleceu em seguida. 

5 comentários

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  • ROBERTO
    06 Mai 2017 às 10:43

    No Brasil já passo da hora de pena de morte, não podemos mais conviver com a bandidagem segurança não existe salve quem puder

  • Cidadão Atento
    05 Mai 2017 às 21:50

    Certamente eles não foram os autores do homicídio do policial. Parece-me que o responsável pelo assassinato do policial foi morto pela PF em um confronto posterior. Ou seja, eles não respondiam pelo homicídio. E sim pela tentativa de roubo e formação de quadrilha. Tanto que não foram submetidos ao júri popular. Por isso, são descabidas as indignações dos comentaristas anteriores. A questão é técnica e o Magistrado não cometeu erro algum ou injustiça alguma.

  • Roberto
    05 Mai 2017 às 21:26

    Ou seja, em 3 anos estarão livres. Brincadeira.

  • Fábio
    05 Mai 2017 às 17:41

    Isso é condenação? Essa sentença é o valor da vida de um policial? Brincadeira, vergonha dessa justiça brasileira.Isso só aumenta a criminalidade.

  • Contribuinte
    05 Mai 2017 às 17:36

    Um policial morreu no confronto e a pena mais alta é 11 anos? Precisamos de leis mais rígidas!

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