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Domingo, 26 de junho de 2022

Notícias | Eleitoral

Três cidades terão identificação biométrica no 2º turno

Em todo o Brasil, 299 municípios de 24 Estados já fizeram o recadastramento biométrico e, dessa forma, a identificação do eleitor ocorre por meio da impressão digital. Desse total, apenas três cidades realizarão segundo turno no próximo dia 28 de outubro: Curitiba, no Paraná; Porto Velho, em Rondônia; e Jundiaí, em São Paulo. Portanto, essas três cidades realizarão a identificação biométrica de seus eleitores no segundo turno.

O eleitorado recadastrado de Curitiba abrange 1.171.059 pessoas. Porto Velho tem um total de 277.384 eleitores recadastrados e Jundiaí tem 255.162 votantes.

O recadastramento biométrico foi realizado de forma pioneira, com foco nas eleições municipais de 2008, em três cidades brasileiras: Colorado do Oeste-RO, Fátima do Sul-MS e São João Batista-SC. Na ocasião, foram recadastrados mais de 40,7 mil eleitores dessas localidades.

Devido ao sucesso da revisão biométrica nas três cidades, a Justiça Eleitoral decidiu dar continuidade, em 2010, ao projeto de identificação biométrica do eleitor em outros 57 municípios. Dessa forma, nas eleições gerais daquele ano 1,1 milhão de eleitores de 60 municípios de 23 Estados votaram após serem identificados pela tecnologia da biometria.

A segunda etapa do recadastramento biométrico foi iniciada em 2011 e concluída em abril deste ano. Nesta etapa foram convocados a participar da revisão eleitoral pouco mais de 7 milhões de eleitores de 235 novos municípios de diversos Estados, sendo que o recadastramento foi realizado em todas as cidades de Alagoas e de Sergipe e nas capitais Curitiba-PR, Porto Velho-RO e Goiânia-GO.

A expectativa do TSE é que até 2018 todos os eleitores brasileiros possam votar após serem identificados pelas impressões digitais.

Biometria

A biometria é uma tecnologia que confere ainda mais segurança à identificação do eleitor no momento da votação. O leitor biométrico acoplado à urna eletrônica deve confirmar a identidade de cada eleitor, comparando o dado fornecido (impressões digitais) com todo o banco de dados disponível.

A medida torna praticamente inviável a tentativa de fraude na identificação do votante, uma vez que cada pessoa tem impressões digitais únicas.
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