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Terça-feira, 02 de junho de 2020

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Justiça liberta diretora de escola investigada por estupro de aluno; inquérito está na fase final

Da Redação - Paulo Victor Fanaia Teixeira

23 Fev 2018 - 09:00

Foto: Rogério Florentino/OlharDireto

Fórum da Capital

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O juiz Jurandir Florêncio de Castilho Júnior, da 14ª Vara Criminal, autorizou a concessão da liberdade para M.L.R.S., de 45 anos, professora e diretora de uma escola da Rede Pública Estadual, investigada por promover festas com bebidas alcoólicas para adolescentes e de manter relacionamento com aluno menor de idade. A decisão contou com a manifestação favorável da Polícia Judiciária Civil (PJC).

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A investigação é feita pelo delegado Daniel Lemos Valente, que ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), nesta semana, manifestou-se pela perda do interesse na prisão da investigada, uma vez que o inquérito instaurado contra ela encontra-se em processo de finalização.
 
A diretora poderá responder pelos crimes de estupro de vulnerável, fornecer bebida alcoólica a menor de idade e entrega de veículo a pessoa não habilitada.

As investigações realizadas pela Deddica com apoio do Núcleo de Inteligência da Regional de Cuiabá iniciaram após denúncias anônimas relacionadas a ações da suspeita. De acordo com as informações, a diretora mantém um relacionamento amoroso com um dos alunos da escola, atualmente com 15 anos de idade, porém os fatos aconteceriam há mais de dois anos.

A diretora também é acusada de levar alunos da escola para bares, inclusive na Praça da Mandioca, ocasião em que fornece e paga bebidas alcoólicas para os menores de idade. Pesa ainda contra a diretora a suspeita de entregar a direção do seu veículo a adolescentes, os quais já chegaram a escola conduzindo o automóvel da suspeita, com ela no banco do passageiro.

De acordo com o delegado, Daniel Lemos Valente, a diretora é apontada como responsável por promover festas em sua casa, regadas a álcool com a participação de alunos. “As festas eram similares a bailes funks, com som alto, e geravam reclamações de moradores e vizinhos. As denúncias estão sendo investigadas em inquérito policial e as apurações iniciais estão confirmando os fatos”, destacou o delegado.

6 comentários

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  • Ceia
    23 Fev 2018 às 15:45

    Tal prf curimba, se e que mesmo professor.Nos profissionais da educacao ficamos tristre e lamentamos tal atitude.Somos na sua grande maioria gente honesta e de respeito.O que o sintep tem a ver com o o que o servidor faz fora de seu local de trabalho e pr acaso possivel contolar a vida alheia?a vida paticular do profissional entao se estenderia a responsabilidade da vida funcional que cabe ao executivo controlar esta no nosso cdigo de etica. Se toca fala demais por nao ter nada a dizer "professor" RESPEITE NOSSA CATEGORIA.

  • fernando
    23 Fev 2018 às 15:22

    GENTE BOA ESSA PROFESSORA...SÓ AJUDAVA OS ALUNOS COM AULAS PARTICULARES...

  • Maria
    23 Fev 2018 às 11:55

    Ei, professor Curimba! ? Agora o Sintep tem q responder pelas vidas pessoais e como cada um e uma age em seus locais de trabalho? Faça me o favor!

  • PRIME
    23 Fev 2018 às 11:38

    tá ai os " PRIVILEGIOS"... SÓ porque é DIRETORA que é "MULHER" foi SOLTA: E porque os HOMEMS que REALIZARAM também, tal ATO não estão SOLTOS também? EM?

  • Professor curimba
    23 Fev 2018 às 10:55

    COM A PALAVRA O SAUDOSO SINTEP....

  • fernando
    23 Fev 2018 às 09:34

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