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Segunda-feira, 22 de julho de 2019

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Empresas culpam greve dos caminhoneiros e pedem recuperação por dívida de R$ 2,9 milhões

Da Redação - Arthur Santos da Silva

11 Jul 2019 - 14:05

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Empresas culpam greve dos caminhoneiros e pedem recuperação por dívida de R$ 2,9 milhões
A Quarta Vara Cível de Rondonópolis (212 km de Cuiabá) autorizou processamento de recuperação judicial das empresas NG Novo Guarujá II Comércio de Combustíveis Ltda. e Jose Rubens ME, atuantes no seguimento de combustíveis e transporte rodoviário. Valor da causa foi estabelecido em R$ 2,9 milhões. A greve dos caminhoneiros consta como um dos fatores para a crise.

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As atividades do grupo foram iniciadas em meados de 2010. Em dezembro de 2013, com vistas à expansão de seus negócios, a empresa iniciou operação no ramo de transporte rodoviário de carga.
 
Em paralelo, na área de combustíveis, diante da recessão que se iniciava no país, com queda na demanda, em dezembro de 2014 o posto montou parceria com a rede Ipiranga. No ano de 2016 houve uma diminuição de margens de lucro, ocasionado por uma "guerra de preço" entre os postos.
 
Ainda segundo informado, em 2018 a empresa se viu afetada pela greve dos caminhoneiros, em ambas as frentes de trabalho, tanto no transporte rodoviário de cargas, como no posto de combustíveis. O fato tornou o prosseguimento das atividades algo insustentável.
 
A decisão judicial que autorizou o processamento da recuperação judicial leva em conta toda a documentação juntada. “Emergem fortes indícios acerca do efetivo comprometimento do grupo autor e do seu interesse o na preservação da integridade de seus negócios”.
 
Administrador judicial nomeado receberá 4% do valor da causa. O valor da remuneração dever ser pago ao administrador judicial em 30 parcelas mensais.
 
O juízo ordenou a suspensão do curso da prescrição e de todas as ações ou execuções contra as empresas. Ordenou, ainda, a suspensão das anotações negativas e protestos realizados em nome do grupo recuperando, bem como a proibição de novas inscrições, durante o prazo de blindagem.

1 comentário

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  • DESEMPREGADO
    11 Jul 2019 às 16:49

    O BRASIL ESTÁ PARADO A MISÉRIA E DESEMPREGO SÓ AUMENTA O COMÉRCIO NÃO VENDE E NEM RECEBE , SÓ RESTOU IMPOSTOS A PAGAR E ESSES DEPUTADOS NÃO FAZEM NADA PARA BAIXAR ENERGIA, IMPOSTOS, GAS, ETC ::

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