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Sexta-feira, 06 de dezembro de 2019

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Juiz retira tornozeleira de 12 réus por sonegação de R$ 140 milhões

Da Redação - Arthur Santos da Silva

03 Out 2019 - 14:17

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Juiz retira tornozeleira de 12 réus por sonegação de R$ 140 milhões
O juiz Jorge Tadeu, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, revogou na quarta-feira (2) a necessidade de tonozeleira eletrônica imposta a 12 réus em processo proveniente da Operação Crédito Podre, que combateu sonegação de R$ 140 milhões em ICMS.

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A decisão de Jorge Tadeu estendeu posicionamento da magistrada Ana Cristina Mendes, também da Sétima Vara, que havia revogado no dia 27 de setembro cautelares impostas a outras cinco pessoas.
 
A decisão de Tadeu libera do monitoramento os seguintes nomes: Rivaldo Alves da Cunha, Paulo Serafim da Silva, Evandro Teixeira de Rezende, Paulo Pereira da Silva, Rogério Rocha Delmindo, Neusa Lagemann de Campos, Rinaldo Batista Ferreira Júnior, Clóvis Conceição Silva, Paulo Henrique Alves Ferreira, Marcelo Medina, Theo Marlon Medina e Alysson de Souza Figueiredo
 
Os réus também estão livres do recolhimento domiciliar no período noturno e nos finais de semana e feriados. Para decidir, o magistrado esclareceu as instrução do processo ainda não foi iniciado. A denuncia foi oferecida em 2018. Ou seja, há excesso de prazo.  
 
Estão mantidos: a necessidade de comparecimento mensal em juízo; proibição de acesso a quaisquer repartições públicas estaduais; proibição de contatos entre os acusados e testemunhas arroladas; proibição de se ausentarem de Mato Grosso sem prévia comunicação ao Juízo; e a suspensão do registro profissional dos contadores e técnicos em contabilidade no Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso.
 
Decisão anterior, de Ana Cristina Mendes, havia beneficiado os réus Diego de Jesus Conceição, Keila Catarina de Paula, Kamil Costa de Paula, Almir Candido de Figueiredo e Jean Carlos Lara.
 
A denúncia oferecida pelo Ministério Público contra os investigados na Operação Crédito Podre foi recebida pelo juiz da Sétima Vara Criminal em janeiro de 2018.
 
O MPE cita que o grupo tinha uma estrutura hierárquica preestabelecida e divisão de tarefas para a prática de crimes de falsidade ideológica de documento público e documento particular, uso indevido de selo público verdadeiro, falsa identidade, coação no curso do processo e ameaça.

A operação Crédito Podre foi deflagrada pela Polícia Judiciária Civil em dezembro de 2017. Segundo investigações, no mínimo vinte empresas fantasmas ou de fachadas teriam sido utilizadas no esquema que teria sonegado mais de R$ 140 milhões do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

5 comentários

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  • RSANTOS
    04 Out 2019 às 06:53

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

  • Macaco
    03 Out 2019 às 16:44

    É O MUNDO TÁ REVIRADO MESMO. A BANANA TÁ COMENDO O MACACO....

  • CHIRRÃO
    03 Out 2019 às 16:16

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

  • Vinicius
    03 Out 2019 às 15:48

    Eita Mato Grosso bom demais, essa justiça nossa pra uns e uma mãe mais pra outros que não pertencem o grupo da elite são carrasco, vamos sonegar pessoal

  • f
    03 Out 2019 às 15:21

    Infelizmente no Brasil é assim, cometem crimes, não ficam presos e não cumprem nenhuma medida punitiva, porque até a tornozeleira (que para mim não restringe em nada a liberdade de quem utiliza pois não existe monitoramento) não precisam portar, Vivemos no país do faz de conta.

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