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Quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

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Piran nega atuação criminosa e afirma seguir conduta ‘irreprovável e colaborativa’

Da Redação - Arthur Santos da Silva

25 Out 2019 - 16:08

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Piran nega atuação criminosa e afirma seguir conduta ‘irreprovável e colaborativa’
O empresário Valdir Piran, alvo da Operação Quadro Negro, afirmou por meio de nota divulgada nesta sexta-feira (25) que nunca participou de negociações criminosas no governo de Mato Grosso.

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Conforme Piran, “seus negócios e suas atividades empresariais são lícitas” e sua conduta social é “irreprovável e colaborativa”
 
Valdir Piran e outras cinco pessoas foram acusadas de participação em esquema de desvio de dinheiro público no antigo Centro de Processamento de Dados do Estado (Cepromat), atual Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), com prejuízo estimado em R$ 10 milhões.
 
Ainda segundo Piran, as acusações são fundadas “tão somente em delações premiadas unilaterais e seletivas”. Colaborações do ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa e do ex-secretário de Casa Civil, Pedro Nadaf embasaram a operação.
 
Além do autor da nota, foram presos: o ex-presidente da Câmara de Cuiabá e do Cepromat, Wilson Celso Teixeira (Dentinho); o também ex-mandatário do mesmo órgão, Djalma Soares; Francisvaldo Pereira de Assunção, ex-secretário adjunto de Administração Sistêmica, e Weydson Soares Fonteles
 
Ana Cristina Mendes, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, revogou as detenções durante a noite de  quinta-feira (24).
 
Confira a nota:
 
VALDIR PIRAN vem a público esclarecer os fatos relacionados à prisão ilegal e descabida que sofreu, por força da decisão proferida pelo Juízo da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, em 22 de outubro de 2019.

Ressalta que nunca participou de qualquer negociação com o Estado ou qualquer ente público ou obteve vantagem indevida e, tampouco, teve relacionamento com a empresa e as pessoas envolvidas no suposto esquema de desvio de recursos públicos.

Registra que os seus negócios e suas atividades empresariais são lícitas e que sua conduta social irreprovável e colaborativa com o Poder Judíciário já foi inclusive reconhecida pelo próprio Juiz da 7ª Vara Criminal.

A decisão que determinou sua soltura foi recebida com tranquilidade e segurança, uma vez que reconheceu os excessos praticados e a insubsistência da prisão pois ausentes seus requisitos legais, o que demonstra a sua total incoerência, fundada tão somente em delações premiadas unilaterais e seletivas, de conhecimento público e notório, relacionadas a supostos fatos pretéritos que remontam a 2014.

Por confiar na Justiça e na devida apuração da realidade dos fatos, afirma que irá demonstrar sua inocência, corroborando com a solidez, a ética e a transparência pelas quais sempre pautou sua atuação empresarial, permanecendo à disposição da Justiça para os esclarecimentos necessários.

Por fim, consciente da sua absoluta inocência, anota que está tomando as providências cabíveis  para apurar e afastar todos os excessos praticados nas circunstâncias que envolveram os fatos, bem como a identificação dos responsáveis e dos danos causados.

7 comentários

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  • José
    26 Out 2019 às 06:52

    É um Santo.

  • Luiz otavio
    26 Out 2019 às 04:47

    estranho esse prende e solta ,parece que e esquema para tirar dinheiro dos acusados

  • Paulo Roberto
    25 Out 2019 às 22:57

    Parabéns a brilhante atuação do Dr Ricardo Spinelli. Advogado discreto e muito competente. Fez um notável desempenho, com muita técnica e estratégia processual.

  • Márcio
    25 Out 2019 às 21:03

    Piran virou santo é piada

  • sousa pereira sousa
    25 Out 2019 às 17:33

    Prender e filmar ladrão de galinha pode né

  • Mendonça
    25 Out 2019 às 17:03

    se fosse o zé mané ninguém falava nada

  • Imparcial
    25 Out 2019 às 17:02

    Os (as) representantes da "Justiça Brasileira" deveriam ser imparciais...da mesma forma que o site que retirou os comentários anteriormente proferida a Excelentíssima.

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