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Domingo, 08 de dezembro de 2019

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Fabris e juiz serão ouvidos em processo de Arcanjo por esquema de fraudes na AL

Da Redação - Vinicius Mendes

11 Nov 2019 - 15:18

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

A juíza Ana Cristina Mendes

A juíza Ana Cristina Mendes

A juíza Ana Cristina Mendes, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, marcou para o próximo dia 27 de novembro a audiência de instrução e julgamento do bicheiro João Arcanjo Ribeiro, relacionado ao envolvimento dele em um esquema de R$ 3,3 milhões na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). A magistrada autorizou como testemunhas do processo o ex-deputado Gilmar Fabris e o juiz aposentado José Geraldo da Rocha Barros Palmeira.
 
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A operação foi deflagrada em 2002 pela Polícia Federal e desmantelou sistema financeiro à margem do oficial liderado pelo ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro. O então criminoso contava com o auxílio de políticos como os ex-deputados José Riva e Humberto Bosaipo.
 
O objetivo era, segundo o Ministério Público, desviar dinheiro público por meio de empresas fantasmas e depois lavar as quantias nas factorings do bicheiro João Arcanjo. O prejuízo causado à ALMT foi de R$ 3.369.722,64.
 
Foram denunciados os acusados Geraldo Lauro, Joel Quirino Pereira, João Arcanjo Ribeiro, José Quirino Pereira, Nilson Roberto Pereira e Nivaldo de Araújo. O processo ainda tramita na 7ª Vara Criminal de Cuiabá.
 
Em um despacho publicado no Diário de Justiça do TJMT desta segunda-feira (11) a juíza Ana Cristina Mendes atendeu um pedido da defesa para que fossem substituídas as testemunhas Celson Luiz Duarte Bezerra e Sarita Baracat de Arruda, falecidas, pelo juiz aposentado José Geraldo da Rocha Barros Palmeira e pelo ex-deputado Gilmar Donizete Fabris.
 
A magistrada também designou para o próximo dia 27 de novembro a audiência de instrução e julgamento. Ela ainda determinou que sejam expedidas as cartas precatórias para inquirição das testemunhas José Geraldo da Rocha Barros Palmeira, Raquel Alves Coelho e Kátia Maria Aprá.

1 comentário

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  • João bicudo
    11 Nov 2019 às 16:34

    Mera formalidade, crimes praticados em 2002 e até agora não setenciados, viva a corrupção que deita e rola é se da bem em todos os aspectos, jamais seremos um país livre dessa praga que destruiu é destrói o Brasil .Esse é o país que os corruptos que tem é desejam

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