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Quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

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Exército pede cópia de denúncia contra pai de adolescente acusada de matar a amiga no Alphaville

Da Redação - Arthur Santos da Silva

14 Nov 2020 - 07:30

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Exército pede cópia de denúncia contra pai de adolescente acusada de matar a amiga no Alphaville
O Comando Militar do Oeste, por meio da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, solicitou cópia da denúncia ofertada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPE) em face de Marcelo Martins Cestari, acusado pelos crimes de homicídio culposo, entrega de arma de fogo a pessoa menor, fraude processual e corrupção de menores.

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Cestari é pai da adolescente acusada de matar a amiga no Condomínio Alphaville I, em Cuiabá. O crime aconteceu em julho deste ano. Segundo informado pelo 1º tenente Adônis Siqueira de Oliveira, a solicitação obedece à portaria instaurada pelo general de brigada Reinaldo Salgado Beato, qual instaurou Processo Administrativo Sancionador.
 
O processo administrativo no âmbito do Exército visa apurara irregularidades no trato com produtos controlados. Documento de solicitação de informações foi assinado no dia nove de novembro.
 
Além de Marcelo Martins Cestari, Gaby Soares de Oliveira Cestari, mãe da adolescente, também foi denunciada pelo Ministério Público.  O promotor de Justiça Milton Pereira Merquiades requereu, como medidas cautelares diversas da prisão, que seja determinado aos denunciados “que entreguem todas as armas de fogo e apetrechos de recarregamento de munição eventualmente existentes em seus poderes”, para que fiquem vinculados ao processo criminal.
 
Merquiades requereu ainda a suspensão imediata da autorização para a prática de tiros, caça e coleção de armas dos denunciados, com a consequente comunicação ao Comando do Exército Brasileiro; Também a cassação definitiva dos respectivos registros de atiradores e colecionadores, caso a ação penal venha a ser julgada procedente.
 
Consta na denúncia que, no dia do crime, Marcelo fazia a manutenção das armas de fogo de seu acervo na sala da residência, onde se encontravam seis adolescentes. Além de permitir que os jovens manuseassem as armas, determinou à filha menor de idade que guardasse uma delas, sem tomar os cuidados necessários em relação à segurança. 

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