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Domingo, 26 de junho de 2022

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eleições na ordem

Acusações e debates devem ‘esquentar’ disputa pela OAB nos próximos dias

Foto: Divulgação

Acusações e debates devem ‘esquentar’ disputa pela OAB nos próximos dias

Acusações e debates devem ‘esquentar’ disputa pela OAB nos próximos dias

A disputa pela Presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Mato Grosso (OAB-MT) deve ganhar contornos mais críticos e o clima pode esquentar na semana de véspera do pleito classista, já que a previsão é de que sejam realizados pelo menos três debates entre os candidatos.

Ofuscada até outubro por causa das eleições partidárias, a disputa pelo comando da OAB começou a ganhar mais visibilidade nos 15 dias anteriores ao pleito. A escolha pelo novo presidente será no próximo dia 23 e somente nessa semana entre 20 e 22 a previsão é de três debates.

Outro fator que potencializou a disputa foi a adesão de advogados conceituados na classe. Somente após terem sido derrotados nas eleições partidárias Francisco Faiad e João Celestino – ambos disputaram como vice-prefeito em Cuiabá - voltaram suas ações para a disputa na Ordem.

Além dos candidatos a vice-prefeitos, o advogado Paulo Taques, que atuava como assessoria jurídica em campanhas eleitorais de alguns municípios de Mato Grosso, inseriu seu nome no pleito classista ao manifestar apoio a José Moreno.

Nos últimos dias o clima ‘esquentou’ entre José Moreno – um dos candidatos da oposição – e Maurício Aude – atual vice-presidente da Ordem. Além de uma ‘enxurrada’ de pedidos de impugnações algumas representações foram protocolizadas na Comissão Eleitoral da OAB.

O oposicionista afirmou que Aude teria usado a máquina em benefício próprio. Já o grupo de situação rebateu a acusação lembrando que o envio de emails e convites é permitido aos presidentes das subseções que tem autonomia para isso, alegando inclusive, que o mesmo teria sido feito para divulgar o trabalho de Moreno.

Pio da Silva, por sua vez, apontou falhas nas duas chapas concorrentes, alegando ser o único candidato coerente já que Maurício Aude seria continuísmo e José Moreno não teria imparcialidade por ter como apoio o advogado Felipe de Oliveira, filho do presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
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