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Segunda-feira, 06 de dezembro de 2021

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Encaminhado ao presidente

Movimento nacional indica juíza de Mato Grosso a Bolsonaro para vaga de ministra no STF

Foto: Reprodução

Movimento nacional indica juíza de Mato Grosso a Bolsonaro para vaga de ministra no STF
A juíza de Mato Grosso,  Dra. Amini Haddad Campos, teve seu nome apresentado ao presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) como uma das postulantes à vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O lançamento foi feito em São Paulo (SP), pelo movimento nacional 'Virada Feminina'. 

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Conforme ofício encaminhado ao presidente, a magistrada cumpre  todas as qualidades imprescindíveis, além de ser um nome independente (sem vínculo ou parentesco político) e comprometido, desde 1999, com o combate à violência contra a mulher.

Além disto, o movimento pontua que Amini Haddad Campos desenvolve trabalhos de valorização da educação, de resgate de valores nas escolas, de proteção à infância e juventude, bem como de combate ao tráfico e dependência química.

A juíza é professora de carreira da Universidade Federal de Mato Grosso. 

Amini a foi aprovada, aos 24 anos, para a Magistratura (1999). Portanto, há mais de 22 anos atua como Juíza de Direito. É Doutora em Efetividade do Direito/Processo Civil, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde obteve avaliação máxima (nota: 10,0).

Além disto, também é Doutora pela Universidade Católica de Santa Fe (Derechos Humanos), onde também alcançou nota máxima e distinção (10,0). Tem Mestrado em Teoria do Estado e Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ), além de diversas especializações, dentre elas, um MBA-Gestão em Poder Judiciário, pela FGV/Rio, com intercâmbio judicial nas Cortes dos Estados Unidos, Canadá e Argentina.

Também é graduada em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso, o que lhe rendeu a Láurea Universitária de toda a Instituição (1ª. média geral). 

O movimento 'Virada Feminina' é de ação voluntária e perspectiva cidadã, direcionado à Defesa dos Direitos Humanos de Meninas e Mulheres, bem como à equânime participação e voz destas, em todas as esferas de Poder e de gestão, como instrumental à consagração da Democracia e do Estado de Direito na República Federativa do Brasil, sob fiel observância da equidade entre homens e mulheres.

 
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