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Quinta-feira, 21 de outubro de 2021

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ainda em agosto

Justiça marca data para ouvir Silval, Riva e Sérgio Ricardo em ação sobre compra de vaga no TCE

Da Redação - Arthur Santos da Silva

25 Ago 2021 - 10:24

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Justiça marca data para ouvir Silval, Riva e Sérgio Ricardo em ação sobre compra de vaga no TCE
O juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ação cível Pública de Cuiabá, marcou para o dia 30 de agosto oitiva  dos  colaboradores  premiados Silval  da  Cunha Barbosa  e  José  Geraldo  Riva, ex-governador e ex-deputado estadual, respectivamente, assim  como  interrogatório  de Sérgio  Ricardo  de Almeida, alvo do processo que versa sobre compra de vaga no Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT).
 
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Nova data para audiência foi designada em sessão no dia 24 de agosto. Ainda no dia 24, os deputado estaduais Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), Sebatião Rezende (PSC) e o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), foram ouvidos como testemunhas em audiência.
 
Em datas anteriores foram realizadas as oitivas, como testemunhas, do conselheiro José Carlos Noveli, do ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (​Dnit), Luiz Antônio Pagot, do ex-deputado estadual Mauro Savi, do ex-secretário de Casa Militar, Alexander Torres Maia, do senador Wellington Fagundes e do também conselheiro, Guilherme Maluf.  

Processo que questiona a indicação do ex-deputado estadual Sérgio Ricardo ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso. A ação, por ato de Improbidade Administrativa, foi ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPE) em face de Blairo Maggi, Silval da Cunha Barbosa, Alencar Soares Filho, Eder Moraes, Junior Mendonça, Humberto Bosaipo, José Riva, Leandro Valoes Soares e Sergio Ricardo de Almeida.

Na ação, o Ministério Público descreve a atuação de uma organização criminosa instalada no alto escalão dos poderes Executivo e Legislativo de Mato Grosso e que é objeto de investigações iniciadas em 2014, na Operação Ararath. Entre as irregularidades já identificadas está a negociação de cadeiras no Tribunal de Contas do Estado.
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