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Terça-feira, 26 de outubro de 2021

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ROTA FINAL

Justiça recebe processo e torna réus ex-governador, empresário e mais 15 pessoas

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Justiça recebe processo e torna réus ex-governador, empresário e mais 15 pessoas
A juíza Ana Cristina Mendes, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, recebeu processo e tornou réu um conjunto de acusados em processo proveniente da Operação Rota Final. Na mesma decisão, datada do dia 22 de setembro, a magistrada retirou o sigilo do caso.

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São réus o empresário Éder Augusto Pinheiro, o ex-governador Silval da Cunha Barbosa, Max Willian de Barros Lima, Júlio César Sales de Lima, Wagner Ávila do Nascimento, José Eduardo Pena, Adriano Medeiros Barbosa, Andrigo Gaspar Wiergert, Glauciane Vargas Wiegert, Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, Francisco Gomes de Andrade Lima Neto, Carla Maria Vieira de Andrade Lima, Luís Arnaldo Faria de Mello, Idmar Favaretto, Marcos Antônio Pereira, Alessandra Paiva Pinheiro (ou Alessandra Macedo Paiva) e Cristiane Cordeiro Leite Geraldino.
 
Parte da ação, contra o deputado estadual Dilmar Dal Bosco e o suplente, Pedro Inácio Wiegert, está tramitando em instância superior. “Recebo a denúncia ofertada pelo Ministério Público, uma vez que individualizadas as condutas com todas as suas circunstâncias, preenchidos os demais requisitos do art. 41 do cpp e ausentes as hipótese de rejeição da denúncia descritas no artigo 395 do CPP, determino a citação pessoal dos acusados, para apresentarem Resposta à Acusação, no prazo de 10 (dez) dias”.
 
Ana Cristina determinou ainda notificação da Central de Monitoramento da Capital, comunicando que o acusado Éder Pinheiro irá cumprir as medidas impostas em seu domicílio situado em Brasília, e estando autorizado, tão somente, a realizar o deslocamento de Brasília para Cuiabá, e vice versa.  
 
A ação penal foi ajuizada pelo Ministério Público Estadual (MPE) e narra crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, impedimento e perturbação à licitação, afastamento de licitantes e crime contra a economia popular.
 
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Segundo a peça acusatória, o grupo tinha como principal objetivo impedir a implantação do novo Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros do Estado de Mato Grosso.
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