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Sábado, 25 de junho de 2022

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Acusado de participação no assassinato de Toni Flor pediu perdão para esposa: “ele disse que não queria ter feito”

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Ana Cláudia Flor, acusada de mandar matar o marido por conta de relacionamentos extraconjugais

Ana Cláudia Flor, acusada de mandar matar o marido por conta de relacionamentos extraconjugais

Um dos acusados de participar do homicídio do empresário Toni da Silva Flor pediu perdão para a esposa quando ela foi visitá-lo na delegacia. Segundo Marcelyn Karoline, esposa de Dieliton Mota da Silva, um dos acusados de participação no crime, seu marido não comentou detalhes sobre o que ocorreu, mas confessou participação e pediu desculpas. 

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Marcelyn  prestou depoimento nesta quarta-feira (23) como testemunha de defesa na 12ª Vara Criminal ao juiz Flávio Miraglia Fernandes, responsável pelo caso. O juiz suspendeu a sessão e novas oitivas devem ser realizadas ao longo dessa semana.

“O delegado deixou que a gente fosse visitá-lo e levamos nossos filhos para ele ver, ele falou rápido comigo, pediu perdão, disse que não queria ter feito e também pediu perdão pelas grosserias dele”, afirmou Marcelyn. 
Dieliton Mota da Silva, Wellington Honorio Albino, Ediane Aparecida da Cruz Silva e Igor Espinosa são acusados de planejar e matar o empresário Toni Flor. Segundo denúncia do Ministério Público, a mandante do crime é a viúva do empresário, a ré Ana Cláudia Flor. 

Ana Cláudia é acusada de mandar matar o marido, crime que foi cometido no dia 11 de agosto de 2020. Segundo a denúncia do MP, ela combinou pagar R$60 mil para o responsável pela execução, que foi Igor Espinosa. A empresária quitou apenas parte do valor, quando pagou R$ 20 mil a Igor. 

Este foi o segundo dia de oitivas do julgamento do homicídio de Toni Flor. Além de Marcelyn, foram ouvidas testemunhas de defesa de Dieliton, como seu ex-empregador Clean Miranda de Oliveira. Marcelyn e Clean contaram que Dieliton era uma pessoa tranquila e que não demonstrava nenhum comportamento atípico.

“Ele sempre teve uma conduta normal, chegava no horário e atendia muito bem os clientes, foi uma boa pessoa, trabalhou muito bem com a gente durante esse tempo, ele tem dois filhos, é um pai responsável”, contou Clean.
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