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Quarta-feira, 10 de agosto de 2022

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encaminhado ao CRC

Magistrada mantém prisão de homem que matou a própria mãe e manteve o corpo na casa em que moravam

Foto: Primeira Página

Magistrada mantém prisão de homem que matou a própria mãe e manteve o corpo na casa em que moravam
Justiça Estadual manteve prisão em face de Luiz Fernando Januário de Campos, 33 anos, detido por matar a própria mãe e manter o corpo na casa em que moravam por vários dias. O usuário de drogas conhecido como Bolívia foi localizado em uma clínica de reabilitação em Chapada dos Guimarães (64 km de Cuiabá). Conforme informações da assessoria de imprensa do Poder Judiciário, o suspeito foi encaminhado ao Centro de Ressocialização da Capital (CRC). decisão é assinada por Tatiane Colombo, da 2ª Vara de Violência Doméstica de Cuiabá. 

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Luiz estava com mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Várzea Grande desde a última terça-feira (31), por crime de homicídio qualificado, previsto no artigo 121 do Código Penal.
 
Na tarde de quarta-feira (1), os militares receberam informação de que o foragido da Justiça estaria internado na clínica de reabilitação. Diante disso, o Grupo de Apoio (GAP) se deslocou até o estabelecimento e realizou cerco policial.
 
Em seguida, os militares foram recebidos pelos funcionários, que os levaram até o cômodo em que Bolívia estava, momento em que o mandado foi cumprido. Diante da situação, o suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes de Cuiabá para os procedimentos cabíveis.
 
A técnica em enfermagem Eracy de Campos, 71 anos, foi encontrada morta na quinta-feira (26), no bairro Aeroporto, em Várzea Grande. O crime, porém, foi registrado no dia 13 do mesmo mês.
 
Neste intervalo de tempo, o corpo ficou dentro do apartamento onde ela morava com o filho, no bairro Jardim Aeroporto, em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá). No dia seguinte da localização do cadáver, Bolívia se apresentou na Delegacia de Homicídios de Cuiabá (DHPP), onde prestou depoimento, confessou o homicídio e afirmou que teria matado a mãe asfixiada depois de uma discussão.
 
 Luiz Fernando disse também que estava sob efeito de drogas. Ele costumava fazer uso de pasta base. Na ocasião, teve que ser liberado por não haver mandado de prisão decretado e o período de flagrante ter sido extrapolado. O delegado responsável pelo inquérito, Hércules Batista Gonçalves, representou pela prisão preventiva na sexta-feira (28), sendo expedido pelo Poder Judiciário no dia 31.
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