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Terça-feira, 23 de julho de 2024

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Familiares de mortos pedem reavaliação sobre sequestro de fazenda de R$ 5 mi em nome de médico e empresária

Foto: Reprodução

Familiares de mortos pedem reavaliação sobre sequestro de fazenda de R$ 5 mi em nome de médico e empresária
Familiares de vítimas impetraram recurso requerendo reavaliação sobre possibilidade de sequestro de fazenda em nome do médico Bruno Gemilaki Dal Poz e da empresária Ines Gemilaki, alvos de processo por quatro homicídios qualificados, sendo dois consumados e dois tentados. 


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A medida de sequestro servirá, caso deferida, para garantir futuras indenizações aos familiares das vítimas. Entre os bens apontados está uma fazenda de R$ 5 milhões e diversos veículos.
 
Recurso aponta que “há robustas provas apresentadas que indicam a intenção clara e imediata de dilapidação patrimonial por parte dos acusados”. Ainda conforme familiares, a manutenção de decisão que negou o sequestro pode culminar em “prejuízos irreparáveis e persistência de uma situação de incerteza e angústia”.

Pedido será julgado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso. 

O caso

A 1° Promotoria de Justiça Criminal de Peixoto de Azevedo (691km de Cuiabá) denunciou a empresária Inês Gemilaki, o filho dela, o médico Bruno Gemilaki Dal Poz, e o cunhado dela, o operador de máquinas Eder Gonçalves Rodrigues, por quatro homicídios qualificados, sendo dois consumados e dois tentados.
 
Eles são acusados de matar os idosos Pilso Pereira da Cruz e Rui Luiz Bogo e de tentar matar José Roberto Domingos e Erneci Afonso Lavall, por motivo fútil e utilizando-se de recurso que dificultou a defesa das vítimas. O crime aconteceu em 21 de abril de 2024. 

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso ainda requereu a fixação de indenização mínima no valor de R$ 2 milhões para reparação dos danos causados às vítimas e aos seus familiares, no caso dos que faleceram.
 
De acordo com a denúncia, na data dos fatos o trio invadiu a residência de Ernecir Afonso Lavall em busca dele, e efetuou diversos disparos de arma de fogo no local, onde ocorria uma confraternização, impossibilitando a defesa das vítimas presentes. Os disparos realizados por Inês Gemilaki vitimaram fatalmente Pilso Pereira da Cruz e Rui Luiz Bogo e atingiram José Roberto Domingos e Erneci Afonso Lavall. 
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