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Sábado, 25 de junho de 2022

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Gurgel classifica como absurda oferta de abrigo a Pedro Henry

Foto: Reprodução Veja

Para procurador, Câmara não pode ser esconderijo de condenados

Para procurador, Câmara não pode ser esconderijo de condenados

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, classifica como “inconcebível” a possibilidade de a Câmara não cumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que mandou cassar automaticamente os mandatos dos quatro deputados condenados no julgamento do mensalão. Gurgel considera mais absurda ainda a questão de uma espécie de asilo oferecido pela Câmara Federal.

"A Casa Legislativa não pode se transformar em esconderijo de condenados. Em tese, caracteriza crime”, disse em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

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As declarações do procurador geral são uma crítica à medida tomada pelo presidente da Câmara Federal, deputado federal Marco Maia (PT-SP), que ofereceu proteção nas dependências da Casa aos deputados condenados no Mensalão – João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP), Pedro Henry (PP-MT) e José Genoino (PT-SP).

O amparo foi oferecido momentos antes de o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, decidir se aceitava o pedido do próprio Gurgel para determinar a prisão imediata dos deputados. O STF determinou que os deputados condenados devem perder os mandatos imediatamente depois do fim do julgamento, o que ocorrerá após a análise dos recursos.

Gurgel disse ainda que o esquema do mensalão é “muito maior, muito mais amplo, do que aquilo que acabou sendo objeto da denúncia”.
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