Olhar Jurídico

Sábado, 21 de maio de 2022

Notícias | Política de Classe

CPI ouve mulher de Cachoeira dia 7, ex-mulher e contador dia 8

A CPI do Cachoeira retoma as reuniões no segundo semestre com o depoimento de Andressa Mendonça, mulher do contraventor. Ela foi convocada a prestar esclarecimentos aos parlamentares no dia 7 de agosto, a partir de 10h15.
O argumento para a convocação é o de que ela “circulava entre figuras importantes, como políticos, empresários e jornalistas” e teria conhecimento sobre a rede de influência de Carlinhos Cachoeira.

Para o mesmo dia, foi reconvocado o policial federal aposentado Joaquim Gomes Thomé Neto, um dos “arapongas” do grupo de Cachoeira. Joaquim Gomes já havia sido convocado no início de julho, mas apresentou atestado médico alegando não estar em condições de comparecer à comissão por ter se submetido a um cateterismo.

No dia 8 será a vez de Andréa Aprígio, ex-mulher do contraventor, prestar depoimento. Eles foram casados por quase vinte anos e, após a separação, Andréa se tornou dona do laboratório Vitapan, empresa envolvida no esquema de Cachoeira. O irmão dela, Adriano Aprígio de Souza, diretor financeiro do laboratório, foi preso no dia 6 de julho, suspeito de ameaçar por e-mail a procuradora Léa Batista de Oliveira, uma das responsáveis por denunciar o bicheiro e outros envolvidos na Operação Monte Carlo. Adriano Aprígio foi solto na segunda-feira passada (23), após pagar R$ 10 mil de fiança.

Ainda para o dia 8, está marcado o depoimento do contador Rubmaier Ferreira de Carvalho. Ele é apontado, nas investigações da Polícia Federal, como responsável pela abertura de empresas de fachada, criadas para viabilizar o funcionamento da rede montada por Cachoeira.
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