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Quarta-feira, 08 de julho de 2020

Notícias / Meio Ambiente

Cantor de música country processa grupo de ambientalistas

AP

10 Jan 2009 - 06:41

O cantor de música country norte-americano Merle Haggard está processando um grupo de ambientalistas, alegando que o grupo está usando ilegalmente o seu nome para arrecadar dinheiro.

O processo foi aberto, na corte de Chancery contra a Green Train, uma organização baseada em Nashville, e contra Robert K. Wolf, seu fundador, e pede uma reparação de danos não especificada.

Haggard afirma no processo que o grupo forjou a sua assinatura e exagerou se envolvimento com a organização para arrecadar dinheiro. Ele diz que sua reputação pode ser irreparavelmente abalada pela contínua associação com o grupo.

A Green Train se define como uma organização sem fins lucrativos que quer educar o público a respeito de questões ambientais. Sua turnê de shows transportada por trens está programada para partir de Portland em abril, viajando por 28 estados durante seis semanas, com uma série de shows no caminho até o ponto final, em Washington, DC.

A organização ainda não se manifestou a respeito do processo.

Cartas para amigos
De acordo com o processo, Haggard doou US$ 20 mil para a Green Train e concordou em viajar na turnê. Ele também compareceu ao evento de lançamento da organização e prometeu convidar alguns amigos músicos para a turnê.

Mas o processo disse que o grupo “exagerou” o apoio de Haggard e afirmou erroneamente que ele teria envolvimento pessoal nas operações do projeto.

Haggard, que teve 38 hits em primeiro lugar nas paradas desde 1966, (incluindo “Okie from Muskogee”), disse que sem seu consentimento, permissão ou conhecimento, o grupo usou seu nome e imagem em todos os materiais da Green Train e falsificou sua assinatura em “cartas pessoais” e outras solicitações e em mercadorias vendidas on-line e em clubes noturnos.

As cartas forjadas foram enviadas a amigos de Haggard na indústria do entretenimento, incluindo Dolly Parton, Jewel, Vince Gill e Amy Grant, diz o processo.

Haggard ainda afirma que o grupo não tinha permissão do governo para recolher contribuições e não as reportava, e ainda que “quantidades substanciais” das dezenas de milhares de dólares arrecadados foram destinadas ao uso pessoal de Wolf.
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