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Quarta-feira, 28 de outubro de 2020

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Rondonópolis terá três senadores a partir de 2015, mas Sinop pode ‘tomar’ dois

Os dois principais municípios polos de Mato Grosso – Rondonópolis ao Sul e Sinop ao Norte de Cuiabá – estarão no centro da disputa por duas vagas no Senado Federal, a partir de fevereiro de 2015.

De Sinop - Alexandre Alves

08 Out 2014 - 17:00

Foto: Reprodução

Fagundes sonha com Ministério dos Transportes

Fagundes sonha com Ministério dos Transportes

Os dois principais municípios polos de Mato Grosso – Rondonópolis ao Sul e Sinop ao Norte de Cuiabá – estarão no centro da disputa por duas vagas no Senado Federal, a partir de fevereiro de 2015.
 
O resultado da eleição para governador e senador deixará o município do Sul do Estado com três senadores: Blairo Maggi e Wellington Fagundes, ambos do PR, e o 1º suplente de Pedro Taques (PDT), o policial rodoviário José Antonio Medeiros (PPS). Será a única cidade do país – que não é uma capital – a ter três senadores.

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Ocorre que a cidade do Norte sonha em “tomar” duas vagas. Uma delas está sendo disputada na Justiça, por que o 2º suplente de Taques, Paulo Fiúza (PV), alega ter sido “passado para trás” em uma ata e que o 1º suplente seria ele. O caso ainda não teve desfecho final e deve se acirrar até o final deste ano, quando o pedetista pedirá renúncia do mandato de senador para ser empossado governador.
 
Já a outra vaga ainda está na fase das hipóteses, mas poderá ser concretizada caso a presidente Dilma Roussef  (PT) seja reeleita. Acontece que Wellington não esconde de ninguém o desejo de ser ministro dos Transportes e, agora senador, ele acredita que terá força para ser nomeado.
 
O assunto foi tratado publicamente diversas vezes durante a campanha em Sinop. Se isso ocorrer, o médico sinopense Jorge Yanai (PMDB) ficaria com a vaga do republicano no Congresso, pelo menos durante o tempo que ele fosse ministro.
 
Mas, por enquanto, o panorama é favorável à Rondonópolis, já que o primeiro caso se “arrasta” na lentidão do Judiciário e, o outro, dependerá de outros fatores que não estão sob o comando de Wellington – como a reeleição da presidente e até a nomeação na pasta (já que naquele ministério Rousseff tem preferido nomear por capacidade técnica e não política). 

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