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Taques destaca unidade da PJC com MPE e cita que delegados não foram ao Paiaguás para busca e apreensão

Da Reportagem Local - Ronaldo Pacheco

13 Jan 2015 - 18:33

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Taques destaca unidade da PJC com MPE e cita que delegados não foram ao Paiaguás para busca e apreensão
Acirrada desde os primórdios da montagem do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a antiga rusga entre promotores de Justiças e delegados de Polícia Civil, hoje, faz parte do passado. A garantia partiu do governador José Pedro Taques (PDT) durante a assinatura do convênio da Secretaria de Estado de Segurança com o Ministério Público Estadual (MPE), para fortalecer o Gaeco.  

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“É uma satisfação imensurável receber os promotores de Justiças e os delegados da Polícia Civil, aqui no Palácio Paiaguás... E não é para nunhuma operação de busca e apreensão”, brincou Pedro Taques (PDT).
 
“Muitos apostaram na desunião; na divisão genética. É certo que vamos trabalhar em conjunto, no combate à violência: MPE e Polícia Civil. E quem apostou em desavença [do Ministério Público com a Polícia Civil], quebrou a cara”, afirmou Taques, durante cerimônia de apresentação dos delegados   Wylton Massao Ohara e Carlos Américo Marche, da PJC, na tarde dsta terça-feira (13).
 
Pedro Taques revelou preocupação com os altos índices de criminalidade em Mato Grosso, principalmente os homicídios, na Grande Cuiabá.  “Estamos dando provas de que existe integração e isso é importante. Com regionalização e gestão, vamos melhorar muito a segurança”, afiançou o governador.
 
As ações do Gaeco passarão a ser discutidas também com o secretário de Estado de Segurança, promotor Mauro Zaque. “O Palácio Paiaguás não é casa do governador. É casa do cidadão debater soluções para os problemas de Mato Grosso”, emendou ele.
 
Mauro Zaque recordou o início do Gaeco, há 13 anos, com reuniões em locais impróprios. “Nos reunimos num apartamento sem mobília, sentados no chão, sob coordenação do hoje governador Pedro Taques, para chegarmos ao estágio atual”, afirmou ele.
 
O secretário de Segurança citou o simbolismo da unidade do Ministério Público com a Polícia Civil. “Os opositores pensavam que Mato Grosso não teria ninguém para enfrentar o crime. Pois digo que segurança pública é prioridade”, afirmou ele, para a reportagem do Olhar Direto. Mauro Zaque lembrou que sua  própria história no MPE se confundiu com a do Gaeco.
 
O procurador geral de Justiça, Paulo Prado, disse que  sempre lutou para ter um Gaeco forte e pronto para combater o crime organizado e a corrupção. “Vivemos um momento histórico, pela unidade das forças [da Polícia Civil e MPE] com o mesmo objetivo”, definiu Paulo Prado, que aguarda ser novamente nomeado comandante do Ministério Público.

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