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Taques nomeia mais dois policiais para diretorias do Detran; arrecadação diária supera R$ 1,5 mi

Da Redação - Ronaldo Pacheco

15 Jan 2015 - 10:08

Foto: Reprodução Diário Oficial

Taques nomeia mais dois policiais para diretorias do Detran; arrecadação diária supera R$ 1,5 mi
Mesmo tendo tomado extremo cuidado para não utilizar palavras de efeito como “devassa” ou mesmo “caixa preta”, o governador José Pedro Taques (PDT) não fez a mínima cerimônia para nomear mais dois delegados da Polícia Judiciária Civil em diretorias do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT). O governador deseja que o órgão seja “passado a limpo”, já que arrecada mais de R$ 1,5 milhão por dia e não presta um serviço condizente à sociedade, sendo alvo de inúmeras reclamações durante o mandato do governador Silval Barbosa (PMDB).

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A reportagem do Olhar Direto apurou que o novo presidente do Detran, Rogers Elizandro Jarbas, teve influência direta na escola do delegado Arnon Osny Mendes Lucas para a Diretoria de Gestão Sistêmica e do também escrivão Fernando Martin Lopes para a Diretoria de Habilitação. Já a servidora pública Talita Peske Rodrigues ocupa a Diretoria de Veículos. As nomeações foram publicadas no Diário Oficial do Estado online que circulou nesta quinta-feira (15) com data de ontem (14).

Fernando Martin Lopes deixou a gerência de inteligência da Polícia Judiciária Civil para assumir a Diretoria de Habilitação. Arnon Osny Mendes também já passou pelo setor.
 
Foram exonerados os antigos diretores do governo Silval, no Detran: Thânia Zanette (Gestão Sistêmica), Carlos Roberto Ribeiro Miranda (Veículos). Os demais, inclusive o presidente Eugênio Ernesto Destri, haviam  sido demitidos em 31 de dezembro.
 
A principal crítica recebida por Taques é de que, apesar de arrecadar mais de R$ 1,5 milhão por dia, o Detran presta um serviço de má qualidade e,  nos últimos anos, foi controlado por grupos políticos ligados aos governantes de plantão.  Rogers Elizandro Jarbas chegou promovendo mudanças:  fechou numa ‘canetada’  10 lojas espalhadas por Cuiabá, Várzea Grande e alguns municípios, que supostamente atenderiam  interesses nada republicanos.

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