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Domingo, 20 de outubro de 2019

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Criminoso morto hoje em confronto com a PF era o líder da quadrilha

Conforme investigações da PF, Tenório teria financiado o roubo de outro avião em Sinop, no mês de março. Ele recebera R$ 180 mil pelo sinistro, que ocorreu em uma fazenda.

De Sinop - Alexandre Alves

21 Mai 2015 - 10:47

Foto: Reprodução

Tenório foi morto hoje de madrugada

Tenório foi morto hoje de madrugada

A Polícia Federal confirmou que Daniel Tenório – morto nesta quinta-feira de madrugada, após ser baleado em um novo confronto com agentes da PF - era o ‘mentor’ de uma quadrilha que roubava aviões na região Norte de Mato Grosso. Os criminosos levavam aviões encomendados por traficantes e Daniel era o responsável financeiro.
 
No último sábado (16) de madrugada, o bando tentou roubar um Cesnna 206, em um aeródromo em Sinop. A PF estava monitorando o grupo e tentou prender os ladrões. Houve troca de tiros, que culminou com a morte do policial federal Mario Almeida Mattos, de 33 anos.
 
Conforme investigações da PF, Tenório teria financiado o roubo de outro avião em Sinop, no mês de março. Ele recebera R$ 180 mil pelo sinistro, que ocorreu em uma fazenda. O monomotor teria sido levado para a Bolívia e entregue a traficantes.
 
A ação desta quinta-feira
 
Após identificar em qual casa Daniel estava escondido, a PF montou uma operação para capturá-lo. Nesta madrugada, por volta de 1h, o cerco na residência foi feito. Um veículo teria estourado o portão de quase dois metros de altura. Os agentes invadiram e abriram a porta após efetuar um tiro na fechadura.
 
De acordo com informações da polícia, Daniel foi cercado e teria tentado sacar uma arma, mas os policiais atiraram antes. O criminoso foi baleado no peito e no abdômen. Ele chegou a ser socorrido pelos próprios agentes e levado ao box de emergência do hospital regional, mas não resistiu e faleceu.
 
Tenório era o último integrante da quadrilha a ser capturado. Outros cinco homens já estavam presos acusados de participarem de uma tentativa de roubo de um avião em um aeródromo de Sinop. A caçada ao acusado durou seis dias. Ontem (20), ele chegou a ser cercado em uma casa também no residencial Daury Riva, onde fez uma moradora refém e conseguiu escapar entrando em um matagal. 
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