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Conheça o pesqueiro onde casal de turistas ficou ‘escondido’ 17 dias; veja fotos

De Sinop - Alexandre Alves

23 Jul 2015 - 19:23

Foto: Reprodução Google

Local fica a 104 km de Sapezal, 120 km de Brasnorte e 140 km de Campo Novo do Parecis

Local fica a 104 km de Sapezal, 120 km de Brasnorte e 140 km de Campo Novo do Parecis

Local para se isolar do mundo, pescar, curtir a natureza e eliminar o estresse do ‘dia-a-dia’. Assim é o pesqueiro Ilha do Polinski, no rio Papagaio, entre Sapezal, Campo Novo do Parecis e  Brasnorte, na região Oeste de Mato Grosso. Lá, os turistas Leoclides Augustin, de 53 anos, e Ignes Oliveira, 59, estacionaram seu trailer e passaram alguns dias.
 
O casal do Rio Grande do Sul chegou a ser dado como “desaparecido” pelos parentes, pois no local não pega sinal de celular e ambos estavam incomunicáveis. Após a Polícia Civil ser acionada por um irmão de Leoclides, o casal foi ‘descoberto’ na beira do rio e entrou em contato com os familiares, após 17 dias.
 
‘Seo Polinski’, proprietário do pesqueiro, disse, nesta quinta-feira, em entrevista ao Olhar Direto, que esteve com Leoclides e Ignes há duas semanas, logo que o casal chegou com seu trailer. Eles estavam em busca de sossego e tranquilidade. E, para isso, acamparam na beira do rio e foram pescar.

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No pesqueiro tem um barco, que pode ser usado pelos turistas. Mas os pescadores podem levar suas embarcações. “Também é bom trazer tralha própria. Aqui tem pacu, matrinxã, piau, bicuda e traíra, e bem para baixo também pega o caxara”, comentou, sobre as espécies de peixe mais fisgadas no rio Papagaio, que é de águas cristalinas.
 
Para chegar à Ilha do Polinski, deve-se usar a BR-364. Partindo de Campo Novo do Parecis, o viajante deve ir até a placa de acesso a Brasnorte (onde tem um armazém do grupo Amaggi). “Aí faz o contorno e vai sentido a Sapezal. Roda mais 36 quilômetros que já chega à ilha”, ensinou Polinski.
 
No pesqueiro há quartos para alugar, mas também pode-se acampar ou estacionar trailer – como fez o casal gaúcho. Há um restaurante que serve comida caseira, feita no fogão à lenha. “Tudo bem simples, mas que serve bem o visitante. E quando forem acampar na ilha avisem os familiares, pois aqui não possui sinal de celular”, finalizou o proprietário.

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