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Sábado, 16 de outubro de 2021

Notícias | Meio Ambiente

Montanha mais alta do Brasil 'cresce' 1,52 metro após revisão de medida

A montanha mais alta do Brasil, o Pico da Neblina, amanheceu hoje um metro e meio mais alto depois do o IBGE aplicar uma nova metodologia para mapear o relevo do país.

Localizado na serra do Imeri, no Amazonas, o cume da montanha, que antes havia sido apontada com 2.993,78 metros de altitude acima do níve do mar, agora tem 2.995,30 metros.

A mudança ocorreu após o projeto MAPGEO2015 ter usado um método chamado "modelo de ondulação geoidal" para recalcular as altitudes dos sete picos mais altos do país.

As altitudes eram antes determinadas por GPS de precisão, que usa um modelo aproximado do nível do mar para calcular elevação. O novo método usa uma determinação mais precisa da atual média do nível do mar, que não é uniforme ao longo do globo.

O pico 31 de Março, segunda montanha mais alta do país, também na serra do Imeri, também ganhou 1,52 metro a mais após a correção.

O IBGE divulgou hoje correções para os sete maiores pontos de elevação do país, mas as montanhas que vão da 3ª à 7ª posição "encolheram" de 33 cm a 71 cm, em vez de crescer.

Apesar das alterações, a ordem em que os picos aparecem no ranking não mudou. Veja abaixo as novas altitudes:

- Pico da Neblina (Sera do Imeri - AM) - 2.995,30 metros
- Pico 31 de março (Serra do Imeri - AM) - 2.974,18 metros
- Pico da Bandeira (Serra do Caparaó, entre ES e MG) - 2.891,32 metros
- Pico Pedra da Mina (Serra da Mantiqueira, entre SP e MG) - 2.798,06 metros
- Pico das Agulhas Negras (Serra da Mantiqueira) - 2.790,94 metros
- Pico do Cristal (Serra do Caparaó, MG) - 2.769,05 metros
- Monte Roraima (Serra de Pacaraima - RR) - 2.734,05 metros
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