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Terça-feira, 28 de junho de 2022

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tratamento na tailândia

Lorena volta ao Brasil e médicos dizem que jovem pode voltar a andar em até 6 meses

Foto: Facebook

Lorena dos Santos em safári na Tailândia

Lorena dos Santos em safári na Tailândia

A jovem Lorena Santos, de 23 anos, voltará a Cuiabá depois de um período de 25 dias de tratamento com células-tronco na Tailândia. Segundo a família, os médicos afirmaram que entre 3 e 6 meses a jovem poderá voltar a andar. Lorena ganhou na Justiça o direito de ter o tratamento custeado pelo Estado. Ela sai da capital tailandesa, Bangkok, no dia 1 de fevereiro e deve chegar em Cuiabá no dia 3.

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No local, ela passa por um tratamento individual com acompanhamento constante dos médicos. Além de receber as aplicações de células-tronco para retomar os movimentos, a paciente mantém uma dieta rígida, com a exclusão de açúcares e carboidratos das refeições. Até o momento, ela já recebeu cinco aplicações de células-tronco e ainda falta uma última aplicação para que ela possa voltar ao Brasil.

Enquanto não chega a hora de voltar para casa, a jovem fez alguns tours pela capital asiática. No Facebook e no Instagram Lorena já compartilhou fotos mostrando aos seus seguidores um safári que fez no tempo de folga do tratamento. Nas imagens, a expressão de felicidade confirma o que diz família ao comemorar a melhora na saúde e a volta para casa:



“Todos nós estamos muito felizes com a volta dela e também com o tratamento. Lá eles teem um acompanhamento individual com o paciente não é como aqui no Brasil que o tratamento é geral, isso é muito bom.”, explica Maira Gabriela, irmã de Lorena.

Doença e tratamento

Lorena Santos sofre da Síndrome de Machado Joseph, com o qual foi diagnosticada aos 17 anos. A doença atinge o cérebro e tem capacidade degenerativa, o que fez com que a jovem perdesse os movimentos. O mal também prejudica a fala, a visão e até a ingestão de alimentos.

O tratamento na Tailândia foi uma conquista jurídica. A jovem ainda deve voltar ao país anualmente para a aplicação de mais células-tronco. Com o tempo, as células vão se adaptando ao organismo do paciente e possibilita o retorno da coordenação motora e neurológica. A família, no entanto, torce para que o tratamento seja aprovado no Brasil e comece a ser custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
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