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Cuiabanos culpam nervosismo pelo empate e não perdem esperança no hexa

Da Redação - Isabela Mercuri

17 Jun 2018 - 17:10

Foto: Olhar Conceito

O garçom Diego Araujo viu alguns lances enquanto trabalhava na Praça da Mandioca

O garçom Diego Araujo viu alguns lances enquanto trabalhava na Praça da Mandioca

O resultado não foi o esperado neste primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo. Com os suíços em cima do Neymar, decisões polêmicas do juiz mexicano Cesar Arturo Ramos e um empate que não ajudou a esquecer o último jogo da seleção na Copa de 2014, o fatídico 7x1, a estreia deixou os cuiabanos preocupados, mas não sem esperança.



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A Praça Popular era um dos pontos mais animados da cidade no final da tarde deste domingo (17). Tanto nos bares quanto na própria praça, onde foi instalado um telão, o público não foi embora mesmo depois do árbitro apitar o final da partida. A corretora de imóveis Caroline de Oliveira Bastos Mendes estava com as amigas dançando e curtindo, mas confessou uma decepção com o primeiro jogo.

Caroline (esq.) e as amigas na Praça Popular (Foto: Olhar Direto)

“Não foi o que a gente esperava, mas [está] no inicio. Dá pra melhorar sim. Eu achei que seria 3x0 pro Brasil”, contou ao Olhar Direto. Segundo ela, o juiz teve muita influência no resultado. “Na verdade eu acho que 90% foi [culpa] dele [juiz], claro que 10% é culpa dos jogadores, mas o juiz teve muita influencia, dificultou”.

Paula Iane, enfermeira, também estava no local. Ela elogiou a organização da festa, mas disse que esperava mais do jogo. “O empate é muito pouco pro primeiro jogo. Mas a gente está esperando o hexa. Esperança é a última que morre, nós somos brasileiros, mas o empate não é o que a gente espera pra conseguir atingir isso”, lamentou.

Paula (dir.) e as amigas na Praça Popular (Foto: Olhar Direto)

Na Praça da Mandioca, onde um bar também instalou telão, grande parte do público foi embora logo após o final do jogo. Eduardo Santos, 39, militar, ainda ficou um tempo com a família, e disse que achou o jogo razoável. “Expectativa de melhoras, porque o primeiro jogo tem uma tensão da estreia. E eu creio que o Brasil, no decorrer da competição vai crescer... [Mas] ainda não deu pra esquecer o 7x1”.  Térsio Carlos de Araujo Costa, bancário, também culpou a ansiedade da estreia. “Primeiro jogo geralmente acontece muita ansiedade do jogador, mas eu acredito. Eu confio certamente [no hexa]”.

Eduardo Santos (dir.) na Praça da Mandioca (Foto: Olhar Direto)

Tércio à direita (Foto: Olhar Direto)

O garçom Diego Araujo só conseguiu ver alguns lances, já que estava trabalhando, e não gostou da seleção. Segundo ele, no entanto, a esperança não acabou. “Não gostei não da seleção, mas jamais perco a esperança. Com certeza [o hexa] vem, pode acreditar”.

O Choppão, local tradicional da cidade, não estava tão cheio quanto o esperado. Para o comerciante Ademir Ferraz, que trabalha na Feira do Porto, isso se deve à falta de crédito do Brasil pela população. Sobre o resultado do jogo, ele concorda que a culpa é do nervosismo. “O nervosismo atrapalhou, mas acredito ainda. A partir dessa primeira partida vai melhorar”, finaliza.

Ademir assistiu ao jogo no Choppão (Foto: Olhar Direto)
 

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