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Sábado, 18 de setembro de 2021

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Contrariando Viana

Sachetti diz que só deixará grupo de Mendes se todas as possibilidades de aliança se esgotarem

Foto: Rogério Florentino Pereira/ OD

Sachetti diz que só deixará grupo de Mendes se todas as possibilidades de aliança se esgotarem
O deputado federal Adilton Sachetti (PRB), pré-candidato ao Senado, afirmou que seu lugar no grupo de Mauro Mendes (DEM) está garantido. Contrariando declarações do presidente do PDT, deputado Zeca Viana, que aventou a possibilidade de Sachetti e Otaviano Pivetta  (PDT) deixarem o bloco para lançar candidatura própria, caso o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) faça parte da chapa, o deputado federal garantiu que só deixa a atual coligação depois que todas as possibilidades de aliança estiverem esgotadas.
 
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“Eu estou trabalhando em um projeto junto com Jayme, com Pivetta, com Mauro, e vou continuar acreditando que isso está acontecendo. Eu nunca fechei porta para ninguém. Mas eu reitero, continuo trabalhando nessa construção. Se não esgotar todas as possibilidades eu não começo outra. Não sou João vai com as outras que vai de um lado para o outro”, disse, em entrevista à Rádio Capital FM, na manhã desta sexta-feira (13).
 
A possibilidade de Fávaro coligar com o grupo tem provocado opiniões divergentes. De um lado, alguns aliados defendem que Adilton Sachetti seja escolhido para ocupar a segunda vaga ao Senado pela coligação. A primeira é de Jayme Campos (DEM). De outro, Mauro Mendes admite que as conversas já estão avançadas para que a aliança seja firmada com o PSD.
 
A tendência é de que Pivetta seja candidato a vice-governador, repetindo a chapa de 2010, quando Mauro disputou o Governo de Mato Grosso. Conforme o próprio político, quem está conduzindo tais negociações é o presidente de seu partido, o deputado estadual Zeca Viana (PDT).
 
Zeca, por sua vez, não poupou palavras para defender que Sachetti venha para o grupo, ao invés de Fávaro, e chegou a sugerir que a aproximação do ex-vice-governador com o bloco teria cunho exclusivamente eleitoreiro e garantiu que não iria permitir tal aliança.

“Realmente tem essa celeuma aí, mas nós estamos chegando em Cuiabá e vamos fazer uma conversa para entender mais claro o que é que houve. Porque até então tudo estava caminhando para em época oportuna chegar num consenso entre Adilton e Jayme. Me surpreende as noticias que vi dizendo algo diferente disso. Me parece que o que falta é esclarecimento, é dialogo”, minimizou Sachetti.
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