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Sexta-feira, 22 de outubro de 2021

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Vedações eleitorais

Assessoria jurídica de Fagundes recomenda que ele não vá a reuniões públicas

Foto: Rogerio Florentino/Olhar Direto

Assessoria jurídica de Fagundes recomenda que ele não vá a reuniões públicas
A assessoria jurídica do pré-candidato ao Governo do Estado senador Wellington Fagundes (PR) recomendou que ele evite comparecer em reuniões públicas, como a realizada na manhã da última segunda-feira (16), com a prefeita de Várzea Grande Lucimar Campos (DEM), cuja presença do republicano era aguardada. A medida visa proteger Fagundes de possíveis ações na Justiça Eleitoral, como as que vêm sendo protocolizadas contra o governador Pedro Taques (PSDB).

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“A gente não tem muito certo daquilo que pode ou que não pode nesta pré-campanha. Do dia 07 para cá, a recomendação é para que os pré-candidatos não participem de lançamentos de obras nem inauguração. Mas embora aqui não seja lançamento nem inauguração, mesmo assim pairou uma duvida com relação à presença do senador aqui. Para evitar qualquer tipo de especulação ou desdobramentos, o Wellington optou por não comparecer”, explicou a assessoria.

Até o momento Fagundes foi notificado somente uma vez pela Justiça Eleitoral, quando o juiz Jackson Coutinho, determinou que o Facebook e o Instagram divulguem se ele e os demais pré-candidatos ao Governo e Senado por Mato Grosso patrocinaram publicações nas redes sociais. Um de seus principais adversários, no entanto, o governador Pedro Taques já foi advertido pelo menos três vezes e teve duas decisões a seu favor.

Entre as notificações feitas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ao tucano, uma tratava especificamente da participação de Taques em um evento que reuniu servidores comissionados do Executivo. Algumas das ações foram movidas justamente pelo PR, partido de Fagundes.

No último final de semana, após mais uma derrota no TRE, o coordenador jurídico da pré-campanha de Taques, advogado José Rosa, classificou o governador como uma “vidraça” e prometeu revide.

“A Justiça Eleitoral é gratuita, todo mundo faz o que quer, e nós temos consciência de que o governador será o principal alvo de todo mundo, todos os candidatos no meio vão querer atingir o governador. Ele vai reagir à medida que houver alguma coisa errada com os candidatos. Estamos observando, acompanhando, vendo, e as ações serão propostas”, disse José Rosa, em entrevista ao Olhar Direto.
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