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Sábado, 18 de setembro de 2021

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Sem MDB, Selma se reaproxima de Fagundes para disputar Senado pela oposição

Foto: Rogério Florentino Pereira/ OD

Sem MDB, Selma se reaproxima de Fagundes para disputar Senado pela oposição
A definição do MDB em migrar para a chapa encabeçada por Mauro Mendes (DEM) abriu novamente as portas para o diálogo entre a juíza aposentada Selma Arruda (PSL) com o senador Wellington Fagundes (PR), pré-candidato ao Governo do Estado pela oposição. Os dois devem se reunir ainda esta semana para aparar arestas visando uma possível aliança.
 
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Pré-candidata ao Senado, Selma vinha sendo cortejada nas últimas semanas pelo bloco governista, que disputará a reeleição com Pedro Taques, e as conversas caminhavam para uma coligação, mas a mudança de postura do MDB voltou a mexer nas possibilidades de agrupamentos políticos. Desde que largou a magistratura, ela deixou claro que não iria se coligar com o MDB, partido pelo qual se elegeu Silval Barbosa, o que havia impedido o avanço das conversas com Fagundes.  
 
“Não tem nada certo”, garantiu Selma em entrevista ao Olhar Direto. “O fato de o MDB ter saído da coligação do Wellington mudou as coisas. Estou indo para Rondonópolis amanhã, mas devo marcar uma reunião com ele ainda esta semana”, garantiu.
 
Apesar de a saída do MDB abrir as portas para a volta do diálogo, o PSL, partido da juíza aposentada, ainda veta qualquer aliança com PCdoB e PT. Welligton já conta com o apoio do PCdoB, que tem a pré-candidatura da ex-reitora da UFMT Maria Lucia Cavalli Neder ao Senado.
 
No eixo de prioridades do PSL também está a garantia da vaga ao Senado para Selma, chapa pura para deputado estadual, chapa competitiva para federal e um palanque forte para o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), pré-candidato a presidente da República.

MDB com Mendes
 
O MDB abandonou o projeto de Wellington Fagundes (PR) e irá compor a chapa encabeçada pelo empresário Mauro Mendes (DEM), nas eleições de outubro deste ano. Isso é o que ficou acordado em reunião realizada no último final de semana entre o próprio Mauro Mendes, o presidente regional do DEM, Fábio Garcia, e o deputado federal Carlos Bezerra, presidente do MDB.
 
A chapa de Mauro Mendes tinha, até o momento, consolidado apenas o apoio do PDT. Caso o PSD ocupe mesmo a vaga ao Senado, com Carlos Fávaro, a tendência é que o PRB, de Sachetti, migre para outro arco de aliança. A adesão do MDB é tida como crucial para o Democratas pela força política da legenda, com grande peso legislativo estadual, federal e o maior tempo de televisão entre todas as agremiações.
 
Wellington Fagundes conta com o apoio do PP, PTB, e PCdoB, além do próprio PR e tinha como certa a aliança com o MDB. O republicano chegou a se aproximar do PSD, mas viu o ex-vice-governador Carlos Fávaro se afastar novamente na tentativa de compor com Mauro Mendes.
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