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Há vagas?

Galli afirma que Selma está sendo rifada e faz exigências em troca de coligação

17 Jul 2018 - 14:25

Da Redação - Wesley Santiago/Da Reportagem Local - Érika Oliveira

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Galli afirma que Selma está sendo rifada e faz exigências em troca de coligação
O presidente do PSL em Mato Grosso, deputado federal Victório Galli, afirmou que a juíza aposentada Selma Arruda está sendo rifada na coligação do DEM e que isso os afasta de uma possível parceria para as eleições de 2018 com Mauro Mendes. Além disto, descartou a posição de vice-governadora para a magistrada: “Nossa pretensão é o Senado, não tem essa de ser vice”, pontuou.

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“Tem coisas para arrumar ainda, quatro itens para arrumar. Nossa pretensão é Senado, não tem essa de ser vice. Teve convite, mas nossa proposta é Senado. Estamos alinhando ainda, com relação a não só o Taques, mas com outros candidatos. O que é certo é que onde tem PT e PC do B, nós não vamos. Está entre Mauro e Taques, vamos ver”, comentou o deputado.
 
Porém, Galli explica que existe um problema que afasta Selma Arruda de coligar com Mauro Mendes: “O que nos afasta de lá é que estão querendo rifar a Selma, não tem vaga para ela ser senadora. Estamos trabalhando para colocá-la na senatoria. Esse é o nosso objetivo”, explicou o deputado federal.

Recentemente, Selma disse ao Olhar Direto que existe a orientação da Executiva Nacional proibindo coligações com partidos de esquerda e que ela não se sente confortável em subir em palanque com alguns políticos do MDB, alvos de investigações. Isso também afasta ainda mais a magistrada de se aliar com Mauro Mendes, já que o apoio do partido a ele foi confirmado nesta terça-feira (17).
  
Os quatro itens citados por Galli para decidir a futura coligação são: palanque para Bolsonaro, vaga na senatoria, chapa pura fechada de deputado estadual para o PSL e uma situação de competitividade para deputado federal.
 
Sobre o possível problema de uma aliança com Pedro Taques, por conta das candidaturas de Geraldo Alckmin (PSBD) e Jair Bolsonaro (PSL) para a presidência, Galli amenizou: “Garantindo o palanque para nós, não tem problema. O dia que o Alckmin estiver aqui, nós não vamos. Quando o Bolsonaro vier, eles também não vêm com a gente”.
 
O PSL busca entrar em uma coligação desde que o ex-prefeito de Sorriso Dilceu Rossato desistiu de disputar o Governo do Estado. No entanto, as exigências de alguns membros, como a juíza aposentada Selma Arruda, estão dificultando uma aliança.
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